Operação contra a pedofilia termina com oito presos em Canoas e Sapucaia do Sul

25 Jul 2019
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Delegados relataram que encontram imagens "duras de ver" durante as buscas | Delegados relataram que encontram imagens "duras de ver" durante as buscas | Foto: Polícia Civil / Divulgação / CP

PM da ativa está entre os detidos na ofensiva deflagrada pela Polícia Civil

 

operação Inocência, deflagrada para combater a pedofilia em Canoas e em Sapucaia do Sul, terminou com a prisão de oito pessoas. De acordo com a Delegacia de Polícia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) da primeira cidade, entre os presos estão um policial militar da ativa, cujo posto é de 3º sargento, um comerciante e um analista de informática. Outros cinco homens, um advogado, um professor de música, um técnico de informática, um professor de academia e um técnico em eletrônica, já haviam sido detidos ao longo dos quatro meses de investigação. 

A equipe do delegado Pablo Queiroz Rocha apreendeu mais de 200 gigabytes de conteúdo digital, entre vídeos e fotos, contendo pornografia infanto-juvenil, superando a soma de 2 mil arquivos, além de 17 HDs externos, quatro câmeras filmadoras e fotográficas, quatro notebooks e dois computadores, bem como dezenas de CDs, DVDs, pen drives e outras mídias. 

Todo o material apreendido na ação será analisado agora pelo Instituto-Geral de Perícias que já havia realizado um primeiro exame nas residências dos três detidos para fundamentar os flagrantes. Três pistolas com quatro carregadores também foram recolhidas na ação deflagrada nas cidades de Canoas, Cachoeirinha, Sapucaia do Sul e Porto Alegre. “A produção de material pornográfico de crianças e adolescentes envolve uma carga enorme de sofrimentos e lesões físicas e psíquicas causadas naqueles que são e aí eles são submetidos”, observou o delegado Rocha.

Já o diretor da 2ª Delegacia de Polícia Regional Metropolitana, delegado Mário Souza, fez um desabafo. “É um crime abjeto que a sociedade tem uma grande repulsa. São imagens duríssimas e de alta gravidade. São imagens duras de serem assistidas, envolvendo desde bebês até adolescentes”, afirmou. Ele alertou que o crime de pedofilia na internet envolve quem armazena, compartilha e produz material de pornografia infanto-juvenil, incluindo estupros das vítimas, entre outras situações. Durante os quatro meses, os policiais civis monitoram os indivíduos presos com o objetivo de confirmar as suspeitas. Conforme o delegado Mário Souza, técnicas modernas de investigação foram empregadas na produção de provas. 

 

Fonte:CP

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Dadá Alves

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