Dadá Alves

Dadá Alves

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Presidente norte-americano Donald Trump havia afirmado que apoiaria o País na Organização

 

O governo dos Estados Unidos se recusou a endossar a tentativa do Brasil de ingressar na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), marcando uma reversão após meses de apoio público das principais autoridades, incluindo o presidente Donald Trump. A negativa – dada a uma proposta apresentada pelo secretário-geral da OCDE, Angel Gurría, de discutir a inclusão de um bloco de seis novos países na organização, que teria ainda nações europeias – foi divulgada primeiramente pela Bloomberg. O secretário de Estado Michael Pompeo rejeitou um pedido para discutir mais ampliações do clube dos países mais ricos e acrescentou que Washington apenas apoiou as ofertas de membros da Argentina e da Romênia.

Segundo fontes, tal medida se dá considerando o "critério cronológico", uma vez que esses países apresentaram o pedido antes de outros, inclusive do Brasil, que formalizou sua intenção em maio de 2017. Além disso, pesam os esforços de reforma econômica e o compromisso com o livre mercado, disse um alto funcionário dos EUA, recusando-se a ser identificado porque a pessoa não está autorizada a discutir deliberações políticas internas em público. "Os EUA continuam a preferir o alargamento a um ritmo que leva em consideração a necessidade de pressionar pelo planejamento de governança e sucessão", havia afirmado Pompeo na carta enviada a Gurría.

Apesar de Trump ter prometido apoiar a adesão brasileira ao bloco, pretendida pelo presidente Jair Bolsonaro, os EUA são contra uma ampliação maior da organização e têm se posicionado de forma contrária as ações do secretário-geral. A avaliação das fontes é que a questão pode se resolver no ano que vem, quando está prevista a escolha de um novo secretário-geral, e que, nesse momento, poderia haver o apoio formal dos EUA à entrada do Brasil na OCDE.

Em março, em visita de Bolsonaro aos EUA, Trump apoiou o início do processo de adesão do Brasil para se tornar membro pleno da OCDE. Em troca do aceno, Bolsonaro fez concessões unilaterais, como dispensar a exigência de visto a norte-americanos, e começou a renunciar a tratamentos especiais destinados a países em desenvolvimento em negociações com a Organização Mundial do Comércio (OMC), etapa necessária para a adesão.

O apoio dos EUA à Argentina e à Romênia ocorre em um momento em que os dois estão passando por convulsões políticas. No primeiro, o liberal Mauricio Macri enfrenta uma batalha contra o tempo e as urnas para buscar sua reeleição no final deste mês, apesar de ter perdido votação primária por 16 pontos percentuais em agosto para o candidato peronista Alberto Fernández.  Já a nação europeia perdeu seu terceiro primeiro-ministro nesta quinta-feira – o governo foi deposto em um voto de confiança do Parlamento. 

Endosso

Em maio havia expectativa do governo brasileiro de que o apoio ao País fosse formalizado em uma reunião da OCDE, o que não ocorreu. Em declaração oficial, o governo dos EUA disse que o endosso ao Brasil seria mantido. No fim do mês, o secretário-geral da OCDE chegou a dizer que os EUA teriam formalizado o apoio ao Brasil. "Temos uma posição diferente sobre o Brasil agora", disse, sem dar mais detalhes.

Nesta quinta-feira, o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, afirmou que o Brasil está pronto para integrar a OCDE. "Estamos vivendo uma extraordinária abertura econômica. Estamos prontos para integrar a OCDE. Nós e o setor privado acreditamos que isso será chave para o desenvolvimento do Brasil", disse o ministro, durante o Fórum de Investimentos Brasil 2019.

A Organização

A OCDE é uma organização internacional de 36 países que aceitam os princípios da democracia representativa e da economia de mercado, que procura fornecer uma plataforma para comparar políticas econômicas, solucionar problemas comuns e coordenar políticas domésticas e internacionais. A maioria dos membros da OCDE é composta por economias com um elevado PIB per capita e Índice de Desenvolvimento Humano. A sede da OCDE é localizada no Château de la Muette em Paris, França.

Países membros:

Austrália
Áustria
Bélgica
Canadá
Chile
República Checa
Dinamarca
Estônia
Finlândia
França
Alemanha
Grécia
Hungria
Islândia
Irlanda
Israel
Itália
Japão
Coreia do Sul
Letônia
Lituânia
Luxemburgo
México
Holanda
Nova Zelândia
Noruega
Polônia
Portugal
Eslováquia
Eslovênia
Espanha
Suíça
Suécia
Turquia
Reino Unido
Estados Unidos

 

 

Fonte:CP

Céu substitui Liniker e os Caramelows no line-up do Morrostock 2019

Festival ocorre de 14 a 17 de novembro em Santa Maria

 

O Morrostock anunciou, nesta quinta-feira, uma mudança na programação de shows do festival que ocorre no próximo mês no Rio Grande do Sul. A cantora e compositora Céu irá substituir Liniker e os Caramelows no line-up da edição 2019 que será realizado de 14 a 17 de novembro, em Balneário Ouro Verde, em Santa Maria. 

O motivo da troca de artistas foi por causa da indicação de Liniker e os Caramelows ao Grammy Latino e, por coincidência, a data do show é a mesma do dia da premiação. Mas os fãs poderão conferir a banda no dia 26 de março de 2020 em Porto Alegre e quem comprou ingressos para o Morrostock terá desconto para esta nova apresentação no ano que vem. 

Céu irá apresentar no Morrostock as músicas do seu novo álbum "APKÁ", além das canções que marcaram a sua carreira. Com quinze anos de trajetória, a cantora paulista é considerada uma das artistas mais importantes de sua geração. 

Premiada com dois Grammys Latinos, quatro prêmios Multishow e sempre bem recebida nos Estados Unidos e Europa, ela transita por diferentes universos e referências que vão do samba ao reggae, do jazz ao soul.

Ingressos 

Em Porto Alegre, os ingressos do Morrostock 2019 estão à venda nas lojas Back in Black do Shopping Total (avenida Cristóvão Colombo, 545) e na Marquise 51 (avenida Cristóvão Colombo, 51). 

Em Santa Maria, os bilhetes estão disponíveis no Café Cristal (rua Doutor Alberto Pasqualini, 139). 

Os ingressos também estão à venda pelo site do Sympla. Os valores são R$ 220 (meia-entrada) e R$ 240 (solidário). 

 

FOnte:Cp

Direção está reunida no CT do Parque Gigante para definir futuro do futebol do Inter

 

* Com informações dos repórteres Fabricio Falkowski e Cristiano Silva

O presidente Marcelo Medeiros e os dirigentes do futebol do Inter estão reunidos tratando sobre o futuro do técnico Odair Hellmann no clube. Segundo informações do repórter Cristiano Silva, a tendência é que o treinador permaneça no clube até dezembro por diversos motivos, entre eles um pedido dos jogadores. Quem pode perder a posição no departamento profissional é Roberto Melo.

A entrevista do dirigente em Maceió, após a derrota para 1 a 0 para o CSA, constrangeu os seus pares que permaneceram em Porto Alegre pela “obrigação de demissão” que as respostas deram a entender.

Assim que a delegação pousou em Porto Alegre, lideranças do grupo de jogadores entraram em contato com o presidente Marcelo Medeiros pedindo a continuidade do treinador. Entre as alegações, a de que, neste momento, uma troca poderia tirar o clube da disputa por uma vaga para a Libertadores 2020. Outro fator que pode influenciar a peramência de Odair é que o Inter não tem um substituto imediato para as próximas 14 partidas do Brasileirão.

Fabricio Falkowski@fabriciocpovo
 
 

O atilado @CsilvaCristiano informa que jogadores pressionam pela permanência de Odair.

Poderiam ter começado a "pressão" ontem, quando apresentaram-se de forma melancólica e pouco interessada, principalmente no segundo tempo.

Situação, que ontem era clara, tornou-se incerta.

 
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O repórter do Correio do Povo Fabricio Falkowski considera difícil a saída de Melo do departamento de futebol, mas, caso ocorra, Rodrigo Caetano passa a ter mais poderes, como presidente Marcelo Medeiros acumulando a função de vice de futebol. A decisão deve ser comunicada até o final desta quinta-feira.

Fabricio Falkowski@fabriciocpovo
 

Odair tem sua parcela de culpa e não é pequena. A postura pouco agressiva fora de casa e a opção por alguns jogadores ainda é um mistério até para quem frequenta o vestiário.

Mas os jogadores perderam em campo alguns jogos imperdíveis, comprometendo a situação do chefe.

Fabricio Falkowski@fabriciocpovo
 

Se o Melo sair (continuo achando improvável), o Rodrigo Caetano assume o futebol. Será auxiliado de longe por Medeiros. Não acredito que, neste momento da temporada, o cargo seja reposto.

 
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Para 2020, a tendência é que o Inter tente a contratação de Tiago Nunes, do Athletico-PR, ou Roger, do Bahia. O resultado de ontem potencializou a possível saída de Odair. Basta aguardar a definição se ela ocorrerá hoje, até o final do Brasileirão ou em dezembro.

 

Fonte:CP

Jogando no Centenário por conta do show da banda Iron Maiden na Arena, Tricolor aplica 2 a 1 e entra de vez na briga pelo G6

 

Foram necessários apenas 45 minutos para dar números finais à partida em Caxias do Sul na noite desta quarta-feira. Jogando no Centenário por conta do show da banda Iron Maiden na Arena, o Tricolor bateu o Ceará por 2 a 1 em primeiro tempo bastante movimentado. E, com o resultado, entra de vez na briga pelo G6.

Os gols foram marcados todos na etapa inicial. Geromel, de cabeça, abriu o placar. Após pênalti sofrido por Diego Tardelli, Maicon cobrou e ampliou. Quem descontou para o Ceará foi Fabinho.

Com o resultado, o Grêmio chega a 38 pontos, e se iguala ao Inter, primeira equipe dentro do G6 pelos critérios. O próximo compromisso do Tricolor pelo Brasileirão é diante do Atlético-MG, no domingo, às 19h, na Arena Independência, em jogo válido pela 25ª rodada do Brasileirão.

Grêmio abre 2 a 0, mas sofre gol no fim do primeiro tempo

O técnico Renato Portaluppi não tinha algumas peças para o confronto. Convocados para a seleção argentina, Kannemann era um dos desfalques. Já o meia Matheus Henrique e o atacante Everton estavam a serviço do técnico Tite, com a seleção brasileira. Com a volta de Geromel, David Braz se manteve como titular. No meio, começaram o jogo Maicon e Michel, e Pepê, artilheiro no Centenário, iniciou no lugar do artilheiro da Copa América.

O Grêmio começou o jogo dentro das suas características. Manteve a posse de bola no campo do adversário, rodando a bola por todos os setores na frente da área adversária. Insistiu especialmente nas jogadas pelos lados, sem buscar infiltração pelo meio. Em um lance pela esquerda, Pepê alegou ter sido derrubado e os jogadores do Tricolor pediram pênalti, mas a árbitra Edina Alves Batista, orientada pelo VAR, nada marcou.

Na sequência, o Grêmio seguiu pressionando, e até chegou a empurrar a bola para as redes. Aos 18 minutos, em jogada pela direita, Tardelli fez cruzamento no segundo pau para Pepê. De cabeça, ele ajeitou para Luan, que estava próximo ao pé da trave esquerda do goleiro Diogo Silva. O atacante só complementou para o gol, mas lance foi anulado corretamente por conta da posição avançada do camisa 7 do Tricolor.

Depois, a equipe nordestina cresceu no jogo, e foi o Ceará quem criou as melhores chances da primeira etapa. Primeiro, em lance pela esquerda, João Lucas invadiu a área e bateu cruzado, de perna esquerda, obrigando Paulo Victor a fazer boa defesa. Na sequência, em finalização de Pedro Ken, a bola desviou e entrou, mas bandeira também flagrou posição irregular.

O Grêmio chegou ao gol inaugural na bola parada. Após cobrança de escanteio pelo lado esquerdo, Geromel subiu mais alto que a defesa do Ceará para fazer 1 a 0, aos 35 do primeiro tempo. Seis minutos depois, Tardelli invadiu a área, foi tocado e a árbitra marcou pênalti. Com categoria, Maicon ampliou para o Tricolor.

Quando o jogo se encaminhava para um resultado tranquilo na etapa inicial, o Ceará descontou e voltou para o jogo, em um gol que teve sequência de cruzamentos. Primeiro, Paulo Victor saiu errado na bola vinda da direita de ataque. Na sequência, ela sobrou na esquerda, e o novo cruzamento foi parar na cabeça de Fabinho, que descontou em 2 a 1 antes do intervalo.

Jogo cai de rendimento e placar permanece inalterado

Para tentar mudar o cenário, o técnico Adilson Batista promoveu duas trocas já no intervalo. Entraram Ricardinho e Juninho Quixadá, nos lugares de Mateus Gonçalves e Felippe Cardoso. No entanto, as trocas pouco surtiram efeito no quesito posse de bola. Foi o Grêmio quem ficou mais com ela, repetindo a tônica do primeiro tempo.

Foi o Grêmio quem criou a melhor chance no início da etapa final. E ela passou por um dos melhores jogadores em campo na noite desta quarta-feira. O capitão Maicon iniciou triangulação pela esquerda, recebeu próximo a linha de fundo, pisando na área, e escorou para Luan. A bola quicou um pouco antes, atrapalhando o atacante, que mandou por cima do gol.

No entanto, o ritmo do jogo caiu após os primeiros quinze minutos. O Grêmio se manteve com a posse da bola, mas não criou grandes chances. Buscando dar novo gás ao meio campo, Renato sacou Luan e lançou Thaciano em campo.

A partir dos 30 minutos, as duas equipes passaram a investir apenas nos contra-ataques. Com André em campo nos minutos finais, o Grêmio passou a explorar a velocidade e o desespero do Ceará. No entanto, não conseguiu ampliar, e a partida acabou mesmo em 2 a 1 para o Tricolor.

Campeonato Brasileiro - 24ª rodada

Grêmio 2

Paulo Victor; Leo Moura, Geromel, David Braz e Cortez; Michel, Maicon, Alisson, Pepê e Luan (Thaciano); Diego Tardelli (André). Técnico: Renato Portaluppi

Ceará 1

Diogo Silva; Samuel Xavier, Valdo, Tiago Alves e João Lucas; Fabinho, William Oliveira (Auremir), Pedro Ken, Mateus Gonçalves (Ricardinho) e Thiago Galhardo; Felippe Cardoso (Juninho Quixadá). Técnico: Adilson Batista

Gols: Geromel (35/1T), Maicon (41/1T) e Fabinho (44/1T)

Cartões amarelos: Valdo, William Oliveira e Pedro Ken (Ceará)

Árbitro: Edina Alves Batista (FIFA/SP)

Local: Estádio Centenário, em Caxias do Sul (RS)

 

Fonte:CP

Governador não quis dar detalhes a respeito dos projetos porque os textos não estão fechados

 

O governador Eduardo Leite anunciou na tarde desta segunda-feira que as reformas administrativa e da previdência que o governo vai encaminhar para a Assembleia Legislativa nas próximas semanas vão atingir todos os poderes e não apenas o Executivo. Segundo ele, os chefes dos demais poderes serão procurados para tratar do tema nos próximos dias, assim como as entidades representativas das diferentes categorias de servidores. Com os sindicatos as reuniões começarão na quarta-feira, pelo Cpers.

Leite não quis dar detalhes a respeito dos projetos porque, segundo ele, os textos não estão fechados. Mas afirmou que as mudanças incluem a extinção de vantagens temporais, de gratificações de permanência e de incorporação de gratificações. “O governo federal acabou com vantagens temporais na década de 90. A incorporação de gratificações está sendo extinta pela PEC 6. A questão que trata do recebimento de uma gratificação que é incorporada e levada para a aposentadoria sem que efetivamente o servidor tenha contribuído vai estar presente em nossa decisão”, assinalou Leite.

O anúncio para a imprensa aconteceu no Centro de Treinamento da Procergs, na zona Sul, onde o governador promove desde a manhã rodadas de apresentações para os deputados da base aliada. Após a coletiva de imprensa o chefe da Casa Civil, Otomar Vivian (PP), informou que o Executivo pretende votar todos os projetos ainda neste ano, apesar de faltarem pouco mais de dois meses para o encerramento do ano legislativo. O governo ventila a ideia de que, dentro do leque de mais de 10 opções de propostas que tem em formatação, envie um conjunto de seis para a Assembleia, e adiantou que há previsão de alteração na Constituição. O número, contudo, é considerado baixo para o número de alterações que o Executivo pretende fazer.

 

Fonte:CP

Doença, que já foi considerada erradicada no Brasil, já atingiu 13 pacientes no Rio Grande do Sul neste ano

 

A primeira etapa da Campanha Nacional contra o sarampo teve início nesta segunda-feria, com atendimento a crianças de seis meses a cinco anos incompletos, grupo considerado o mais suscetível para complicações da doença que já atingiu 13 pacientes no Rio Grande do Sul neste ano. O Dia D da iniciativa é 19 de outubro, e a imunização segue até o dia 25. Os pequenos que não têm esquema vacinal completo contra sarampo devem atualizar a caderneta ainda neste mês. A procura nos postos de Porto Alegre foi relativamente baixa no dia inicial da campanha.

Jênifer Radtke, 32 anos, não perdeu tempo. Após consulta e indicação do pediatra, aproveitou o primeiro dia e já vacinou a filha Marina, de seis meses. “Foi bem rápido, cheguei e fui atendida. Aí, já ficamos livres, né?”, diz a gerente de vendas. Ela retornará ao Posto de Saúde Santa Marta, no Centro de Porto Alegre, daqui a 90 dias para a picada de rotina aos bebês que completam nove meses de vida.

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) oferecerá a vacina em todas as unidades de saúde, com horários diferenciados de atendimento (unidades de saúde, 8h às 17h; US Tristeza, Ramos, Modelo e São Carlos, das 8h às 22h; Clínica da Família, na Restinga, das 8h às 20h). A priorização do grupo até cinco anos na primeira etapa deve-se à elevada incidência da doença nesta faixa etária, em surtos registrados em 2019 no país: essas crianças apresentam maior risco de desenvolver complicações, tais como cegueira, encefalite, diarreia grave, infecções no ouvido, pneumonias e óbitos pelo sarampo.

O objetivo da campanha é interromper a circulação viral e controlar a doença no Brasil. Dos quatro óbitos registrados este ano, três foram em crianças menores de 1 ano. Nessa faixa etária, 1,8 milhão estão desprotegidas. Em novembro, a campanha entra na segunda etapa, sendo dirigida à atualização da carteira de jovens entre 20 e 29 anos. Para garantir doses suficientes, o Ministério da Saúde anunciou a compra extra de 47 milhões de unidades da tríplice viral – que protege contra sarampo, caxumba e rubéola. Com isso, 60 milhões de doses serão distribuídas pelo governo federal neste ano.

Para 2020, a previsão é enviar aos estados e municípios mais 65 milhões de vacinas deste tipo. “Era uma doença que estava eliminada e voltou, tivemos um retrocesso, porque é evitável com a vacina”, explica o médico da Vigilância em Saúde de Porto Alegre, Juarez Cunha. Segundo ele, trata-se de uma doença altamente contagiosa. “A cada dez pessoas suscetíveis à doença, ou seja, as que não tiveram ou as crianças que não estão com o esquema vacinal completo, nove podem adoecer”, explica.

Qualquer indivíduo que apresentar febre e manchas no corpo acompanhado de tosse, coriza ou conjuntivite deve procurar os serviços de saúde para a investigação diagnóstica, principalmente aqueles que estiveram recentemente em locais com circulação do vírus. Casos suspeitos devem ser informados imediatamente às Secretarias Municipais de Saúde ou para o Disque Vigilância, através do número 150.

 

Fonte:CP

 

Estimativas indicam que até 25% dos brasileiros sofrem com a rinite alérgica

 

Espirros seguidos, olhos, nariz, garganta e ouvidos coçando, lágrimas e vermelhidão na face. Se você sofre com rinite alérgica, sabe muito bem quão ruim é tudo isso. E você não está sozinho. Segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia, de 10% a 25% dos brasileiros também passam por isso, e as crises provocam impactos negativos no dia a dia e na qualidade de vida.

Diante das consequências, que incluem dor de cabeça, baixa qualidade do sono, fadiga e comprometimento da produtividade e das funções cognitivas, fazer um tratamento com vacina pode ser muito mais eficaz. Um estudo de 2016 feito na Faculdade de Medicina de Jundiaí (SP) mostrou que os sintomas da rinite desapareceram em 79% das pessoas que testaram o método.

"No longo prazo, a vacina é muito melhor, porque o medicamento via oral ou spray nasal atuam naquele momento, tiram da crise, mas são uma medicação pontual, não atuam no sistema imunológico igual à vacina", explica a otorrinolaringologista Milena Costa.

A dona de casa Rita Eliana Acerbi da Silva fez esse tratamento há 15 anos, o que foi um divisor de águas para ela. Ela tinha uma alergia "que não passava nunca", principalmente a ácaro e um dia resolveu ir a uma clínica especializada para se consultar. Hoje, aos 54 anos de idade, ela vive muito melhor. "Posso limpar a casa normalmente que não tenho nada." Rita diz que, de vez em quando, o nariz ainda coça quando se depara com algum fator de risco, mas nada que a incomode da mesma forma que antes.

Milena afirma que todas as pessoas, de crianças a idosos, podem fazer esse tratamento para rinite. Porém, há alguns grupos nos quais a medicação deve ser evitada: quem tem asma descontrolada, doenças coronárias ou autoimunes. A precaução é porque a vacina é composta pelos próprios agentes que causam a alergia. Se alguém com uma dessas condições recebe seu "inimigo" no corpo, a resposta pode ser negativa. "O efeito pode ter risco à vida do paciente", diz a médica.

Como funciona?

Antes de prescrever a vacina, o médico faz um teste para saber a quais fatores a pessoa tem resposta alérgica. Pode ser ácaro, pólen, alimentos, pelo de animais ou fungos, por exemplo. Além de um exame de sangue, pode-se fazer o teste cutâneo, em que gotas com o alérgeno são depositadas sobre a pele para se verificar a reação.

Com o resultado, é fabricada uma vacina específica, que vai conter pequenas doses do componente que causa a alergia. Isso serve para modular o sistema imunológico a fim de que ele "se acostume" com a substância e não reaja de forma inflamatória. O tratamento, segundo Milena, incluindo a necessidade de manutenção, pode levar de três a cinco anos, mas pode durar menos também. Rita, por exemplo, ficou seis meses tomando a medicação subcutânea.

 Fonte:CP/AE

Nome do deputado filho do presidente ainda não foi oficializado pelo Planalto

 

Quase três meses depois de ter sido anunciada pelo presidente Jair Bolsonaro, a indicação do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) para assumir a embaixada brasileira nos Estados Unidos, ainda não oficializada pelo Executivo, está longe de ter os votos necessários para ser aprovada no Senado. Uma atualização de levantamento do jornal O Estado de S. Paulo mostra que, mesmo depois de fazer "campanha" na Casa, o filho "03" do presidente tem apenas 15 dos 41 votos necessários – mesmo número registrado em agosto.

Um terço (27) dos 81 senadores consultados disse que vai votar contra a indicação. Além desses, oito afirmaram estar indecisos e 31 optaram por não responder. Foi o caso do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). A assessoria do senador – que tem trabalhado pela aprovação do deputado – afirmou que ele aguardará o resultado da sabatina para tomar sua decisão.

Na primeira edição do placar, no início do agosto, Alcolumbre informou que não votaria, ainda que o regimento permita. Naquele momento, o levantamento apontava que havia 15 votos declarados a favor da indicação e 29 contra. Outros 36 senadores não revelaram como votariam – 29 não quiseram responder e sete se declararam indecisos.

Os números dos dois levantamentos são semelhantes – além da posição de Alcolumbre, a única mudança foi a migração de dois senadores declaradamente contrários para o grupo dos que não revelam o voto. Caso seja oficializada a indicação, Eduardo terá de ser sabatinado na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado. Os membros da comissão então decidem, em votação secreta, se aprovam ou não a indicação. Uma vez aprovado, o nome do indicado é encaminhado para apreciação do plenário da Casa, também em votação secreta. São necessários ao menos 41 votos favoráveis.

O presidente Jair Bolsonaro disse, em entrevista ao jornal publicada neste domingo (6), que a indicação de Eduardo ainda não tem data para ser oficializada. "Deixa passar a votação da reforma da Previdência. Não tem pressa, não", disse. Em agosto, após a divulgação do levantamento do Estado, Bolsonaro afirmou que aguardaria o "momento certo" para oficializar a indicação. No sábado (5), ele minimizou o fato de, hoje, não ter os votos suficientes. "Ele se prepara melhor para enfrentar a sabatina, caso ele mantenha a ideia de ir para lá. Pra mim seria interessante."

Desde que foi anunciada, em 11 de julho – dois dias depois de Eduardo completar 35 anos, a idade mínima para um brasileiro assumir uma representação diplomática no exterior –, a indicação do filho do presidente para o cargo mais importante da diplomacia brasileira foi alvo de críticas de adversários, que a classificaram de nepotismo e questionaram a qualificação técnica do deputado. "A questão que deve ser posta é se ele está à altura de um posto que já foi ocupado por Joaquim Nabuco", disse o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). "Eu acho que não está. Se ele não fosse filho do presidente, quem cogitaria nomeá-lo?", questionou.

Policial federal licenciado, Eduardo está em seu segundo mandato na Câmara. Quando questionado, ainda em julho, sobre seus atributos para o cargo, ele destacou sua atuação na presidência da Comissão de Relações Exteriores da Casa e o fato de ter feito intercâmbio. "Não sou um filho de deputado que está do nada vindo a ser alçado a essa condição, tem muito trabalho sendo feito, sou presidente da Comissão de Relações Exteriores, tenho uma vivência pelo mundo, já fiz intercâmbio, já fritei hambúrguer lá nos Estados Unidos", disse ele na ocasião.

No fim de julho, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou considerar Eduardo "um jovem brilhante" e disse que está "muito feliz pela indicação", o que foi visto por aliados como trunfo. Em agosto, a consultoria legislativa do Senado elaborou parecer afirmando que a indicação configuraria nepotismo. A Advocacia do Senado, no entanto, emitiu um parecer técnico contrário.

Em busca de votos, Eduardo está em campanha. Ele tem atravessado o Congresso para fazer um corpo a corpo em conversas privadas com os senadores e já viajou duas vezes aos Estados Unidos – em uma delas, para uma "reunião informal" com Trump.

O tema, entretanto, ainda é controverso. O senador Chico Rodrigues (DEM-RR), da base aliada, critica a ausência de uma articulação na Casa para aprovar a indicação. Segundo ele, Eduardo "vai com uma vontade indomável de fazer um grande trabalho para se projetar, inclusive, politicamente". "É um posto de visibilidade muito forte."

Já o senador Humberto Costa (PT-PE) critica o que chama de militância política em cargo institucional. "A alegação de que ele é amigo de Trump mostra uma visão completamente equivocada, até porque boa parte do que diz respeito à política externa norte-americana passa pelo Congresso, que tem maioria democrata", afirma.

 

Fonte:CP

Divisão dos R$ 106,5 bilhões previstos do bônus da assinatura causa estranheza entre Estados, municípios e parlamentares

 

Em um encontro fora da agenda, o presidente Jair Bolsonaro recebeu o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), na manhã deste domingo no Palácio da Alvorada. O encontro serviu para tratar da pauta da Câmara como o novo texto para a "regra de ouro" e para tratar da discussão da partilha dos recursos do megaleilão do pré-sal. O governo defende dividir os R$ 106,5 bilhões previstos do bônus da assinatura do leilão, marcado para novembro, da seguinte forma: depois do pagamento de R$ 33,6 bilhões à Petrobras, Estados, municípios e parlamentares ficariam, cada um, com 10%, o que corresponde a R$ 7,3 bilhões.

O Rio teria R$ 2,19 bilhões e, a União, a fatia maior de R$ 48,9 bilhões. Maia afirmou a Bolsonaro que a proposta da equipe econômica não tem chance de passar no Congresso e defendeu a manutenção dos 15% para cada. "O grande problema é que os Estados do Sul, Centro-Oeste e Sudeste também querem participar dos 15%. Nós vamos construir um texto em conjunto que vai ser votado muito rápido e vai garantir, ainda este ano, os 15% do FPM para os municípios e a regra dos Estados, que o presidente Davi (Alcolumbre) e os líderes do Senado e da Câmara entenderem relevante dos 15%, vamos respaldar também", afirmou Maia.

Maia negou ruído entre o Legislativo e o governo na questão do valor. "Não houve ruído. É todo mundo tentando ajudar; Paulo Guedes (ministro da Economia), Bolsonaro tentando ajudar. Houve um ruído com o senador Cid Gomes, que foi deselegante e não foi correto. A forma que ele ataca é a mesma forma que os radicais de direita atacam na rede social".

Os presidentes da Câmara e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), articulam uma reunião com todos os governadores para tentar acertar a divisão do dinheiro. O objetivo é pôr fim à disputa deflagrada entre os Estados do Norte e do Nordeste, maiores contemplados pela proposta aprovada no Senado, e os das demais regiões, que reclamam de terem sido "excluídos" da negociação. "Na questão da cessão onerosa, eu disse que o presidente Davi estava tocando isso. Que ia dialogar com os senadores, com os nossos líderes, para a gente mostrar que há unidade nas duas casas".

A proposta do governo de incluir na partilha, além de Estados e municípios, senadores e deputados por meio de emendas parlamentares foi descartada. O megaleilão foi destravado com a revisão do acordo da chamada cessão onerosa, fechado pela Petrobras com a União em 2010 e que permitiu, em troca de R$ 74,8 bilhões, à estatal explorar 5 bilhões de barris de petróleo em campos do pré-sal na Bacia de Santos, sem licitação. O governo estima, porém, que a área pode render de 6 bilhões a 15 bilhões de barris, o que levou a disputa pelos recursos.

O presidente da Câmara disse ainda que o governo vai encaminhar até o dia 17 o novo texto sobre "a regra de ouro" - mecanismo que proíbe o governo de fazer dívidas para pagar despesas correntes, como salários, benefícios de aposentadoria, contas de luz e outros custeios da máquina pública. Quando a regra é descumprida, os gestores e o presidente da República podem ser enquadrados em crime de responsabilidade.

Reforma

Maia afirmou que ainda não há prazo para o governo encaminhar ao legislativo a sua versão de reforma tributária e que pediu para priorizar a discussão da reforma administrativa. "O que eu pedi ao ministro Paulo Guedes é que ele encaminhe primeiro aquilo que trata das despesas, até porque já tem uma proposta na Câmara e no Senado com cuidado. Precisamos rapidamente, ainda este ano, controlar as despesas", afirmou.

 

FOnte:CP

Propostas de mudanças nas carreiras e na previdência dos servidores serão tratadas por Eduardo Leite com a base

 

As alternativas de projetos para as reformas administrativa e da previdência do Estado que nesta segunda-feira serão detalhados a deputados estão concluídas, internamente, desde abril. Mesmo assim, nesse domingo à noite, o governador Eduardo Leite (PSDB) encabeçou uma reunião preparatória, e restrita ao núcleo do Executivo que trabalha diretamente nos projetos, como os secretários da Casa Civil, Otomar Vivian (PP), e do Planejamento, Leany Lemos, além do líder do governo na Assembleia, deputado Frederico Antunes (PP). O núcleo é integrado ainda pela Fazenda e pela PGE.

Ficou estabelecido que o argumento para o encaminhamento das propostas neste momento será o de que não adianta o Executivo continuar asfixiado pela despesa se não a detalhar. Também ficou definido como contrapor as resistências das áreas da Educação e da Segurança, as mais numerosas, e cujos pagamentos, juntos, consomem 70% da folha mensal.

O governo tem formatado uma dezena de opções de projetos, de forma a ter alternativas para negociação. A diversidade se deve ainda à fartura de legislações: além de leis e decretos, 56 estatutos regem 17 carreiras. Ao cruzar diferentes bases, a conclusão foi de que uma reestruturação que levasse em conta tudo que não é salário básico (como horas extras, diárias, cargos em comissão e vantagens) poderia gerar economia de até R$ 1,5 bilhão (uma folha mensal) no primeiro ano de implementação. Mas como não é possível incluir tudo o que extrapola o básico, há uma atenção especial às chamadas vantagens pessoais. Elas compreendem os avanços (de 3% e 5%), os adicionais (que podem chegar a 25%), gratificações e funções gratificadas incorporadas.

Parlamentares avaliam razões dos projetos

A decisão do governo do Estado de chamar os aliados hoje para tratar dos projetos com mudanças nas carreiras do funcionalismo e na previdência aumentou a inquietação na base aliada, onde parte dos deputados questiona os objetivos e o momento da iniciativa. Parlamentares de diferentes siglas que dão sustentação ao Executivo citam um punhado de razões para embasar o entendimento de que colocar em curso o debate sobre carreiras e previdência faltando praticamente dois meses para o fim do ano legislativo mais ajuda a tirar o foco de outras fontes de tensão do que a alcançar metas concretas.

Pelo menos cinco fatores ajudam a alavancar as desconfianças. O primeiro é o fato de o governo insistir em chamar os holofotes para dois temas polêmicos sem que tenha apresentado antes uma alternativa viável de regularizar os salários dos servidores ou anunciar como pretende pagar o décimo terceiro de 2019. O segundo é que mudanças nas carreiras e na previdência não têm impacto sobre o déficit nas contas no curto prazo, ou seja, não resolvem os problemas mais urgentes do Estado. O terceiro é voltar a dois assuntos impopulares em pleno início de articulação nos partidos para as eleições municipais de 2020, e nas quais mais de uma dezena de deputados estaduais anuncia pretensões de concorrer.

Ainda, sobre a previdência, há dúvidas porque a antecipação contradiz o entendimento majoritário no núcleo do governo, de só formatar os textos no RS após a reforma da Previdência nacional passar no Congresso, evitando idealizar mudanças que esbarrassem na legislação. E, na semana passada, o Senado decidiu deixar o segundo turno da votação para a segunda quinzena de outubro. “O governo pode até expor a questão da previdência, mas só vai ter noção do necessário depois que se completar o texto no Senado, que deve ser votado ainda em outubro em segundo turno. Então, não sei se teremos alguma coisa sobre previdência, acho difícil, sem encerrar no Senado, que o Executivo aqui formate algo”, admite o líder do governo na Assembleia, deputado Frederico Antunes (PP). 

Semana promete polêmicas na Assembleia

O último fator a colocar em xeque a estratégia do Executivo é sua decisão de pautar reformas complexas em uma semana na qual já estavam previstas decisões no Legislativo que afetam de diferentes modos o funcionalismo. Na terça-feira, por exemplo, a CCJ segue a discussão sobre a legalidade do pagamento dos honorários de sucumbência aos procuradores do Estado. A Casa decide ainda se a PEC 276/2019 vai para votação. De autoria do deputado Fábio Ostermann (Novo), a PEC extingue a licença-capacitação, antiga licença-prêmio, e já foi modificada para evitar judicialização. No entanto, segue há seis semanas na ordem do dia, porque não há certeza sobre sua aprovação no plenário.

“Espero que a tônica dos projetos que o governo vai enviar não seja a de mexer em direitos adquiridos. Tudo que porventura possa ser modificado tem que ser para a frente. Para trás, é instabilidade no Estado democrático de direito”, avisa o líder do Dem, Thiago Duarte. “O governador decidiu pagar mais aos procuradores, sem lei autorizativa. E fala em reformar carreiras. A pergunta é: ele vai começar a reforma pelo andar de cima? Pela Fazenda e pela PGE?”, questiona o deputado Sebastião Melo (MDB). 

Ainda na terça-feira, deputados de diferentes siglas articulam a solicitação formal para que o Executivo retire a urgência do projeto do novo Código Ambiental, que altera quase 500 pontos da legislação atual. A iniciativa ocorrerá após manifestação idêntica do Ministério Público, e de seus críticos associarem o novo código ao projeto da Mina Guaíba. Os servidores reclamam ainda que o texto prevê a contratação de pessoas físicas ou jurídicas, além de convênios e parcerias, em procedimentos de licenciamento. Com a urgência, o projeto, protocolado em 27 de setembro, precisa ser votado em até 30 dias. Depois, passa a trancar as votações.

 

Fonte:CP

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