Pan 2019

Pan 2019 (11)

Delegação brasileira conquistou 171 medalhas, sendo 55 de ouro

 

Na edição 2019 dos Jogos Pan-Americanos, realizados de Lima, no Peru, a equipe brasileira confirmou a melhor atuação do país em Jogos Pan-Americanos. O Time Brasil conquistou 171 medalhas e garantiu o país no 2º lugar do quadro geral de medalhas, com 55 de ouro, 45 de prata e 71 de bronze.

A medalha de ouro de Guilherme Costa nos 1.500m da natação, foi a marca para o país chegar a 53 ouros em Lima e superar sua melhor campanha em Jogos Pan-Americanos na história, ocorrida no Rio 2007, com 52 ouros.

 

Agência Brasil
 
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É a primeira vez que ginasta consegue medalha em provas individuais

 

Chico Barretto conquistou o ouro no cavalo com alças nesta terça-feira nos Jogos Pan-Americanos de Lima. A ginástica masculina já conquistou quatro medalhas no Peru.

Aos 29 anos, Chico é o atleta mais velho da equipe e pela primeira vez conseguiu uma medalha individual. Por equipes o brasileiro tinha o ouro em Guadalajara 2011 e em Lima. Além da prata em Toronto 2015. 

Na hora que o hino nacional tocou, o ginasta não aguentou e chorou de emoção.

"Prometi que ia conseguir. Trabalhamos muito duro pra fazer o melhor. Passa um filme na nossa cabeçaa. Deixei minha familia pra trás. Hoje tenho uma familia, filho", disse Barretto, emocionado.

"Voltar com a medalha de ouro é muito bom para gente e para as pessoas e criancas acreditarem e pensarem: Se o Chico chegou, eu também posso chegar".

Solo

Dois brasileiros participaram da final do solo: Arthur Nory terminou em quarto lugar; e Zanetti em sétimo.

"Pelas notas era possível beliscar uma medalha, mas eu sabia que tinha de fazer a série mais perfeita possível. O meu grau de dificuldade era menor que a dos outros atletas", explicou Nory. 

 

Fonte:CP

Vitória por 30 a 21 garantiu vaga para os Jogos Olímpicos de Tóquio

 

As brasileiras conquistaram o hexacampeonato nos jogos Pan-Americanos com uma grande virada sobre a Argentina no Handebol. A vitória por 30 a 21 garantiu, além da medalha de ouro, vaga nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020.

O Brasil começou num ritmo mais baixo e chegou a perder por 10 a 7. Antes do intervalo, contudo, buscou o empate em 12 a 12.

No retorno, contudo, a seleção brasileira fez valer a camisa hexacampeã e começou a abrir vantagem. Depois do 13 a 13, logo abriu 18 a 14 e foi gradualmente garantindo vantagem até comemorar o título.

 

Fonte:CP

Brasileira da categoria até 67 kg é primeira campeã no feminino

No sexto dia de disputas dos Jogos Pan-Americanos, o Brasil conquistou importantes medalhas em diferentes modalidades. Mas o grande destaque foi o taekwondo, com marcas históricas sendo batidas nesta segunda-feira.

A conquista veio no taekwondo, com o ouro de Milena Titoneli na categoria até 67 kg. Em uma luta parelha a brasileira derrotou a norte-americana Paige Pherson por 9 a 7. Com o triunfo, Milena se tornou a primeira mulher brasileira campeã do taekwondo nos Pan-Americanos.

Havia a expectativa de mais um ouro nesta segunda. Mas Ícaro Martins acabou derrotado, por 19 a 17, pelo colombiano Miguel Angel Trejos na final da categoria até 80 kg, e garantiu a prata após uma luta muito emocionante. Com isso o Brasil alcançou sua melhor campanha no taekwondo na história dos Jogos Pan-Americanos, com 7 medalhas conquistadas.

Mas a primeira medalha do Brasil no taekwondo, nesta segunda, veio com o medalhista olímpico Maicon Andrade. Após derrotar o equatoriano Jesus Perea ele levou para casa a medalha de bronze na categoria acima de 87 kg. Outro terceiro lugar alcançado veio com Raiany Fidelis, que derrotou a venezuelana Carolina Fernandez na categoria acima de 67 kg.

 

 
 
 
Fonte:CP

No individual geral, Caio Souza fica com o ouro e Arthur Nory leva a prata nos jogos de Lima

 

O Brasil conquistou um resultado inédito na ginástica artística, nos jogos Pan Americanos de Lima, na noite desta segunda-feira. Pela primeira vez, o Brasil subiu aos dois lugares mais altos do pódio na modalidade. No individual geral, Caio Souza levou o ouro e Arthur Nory ficou com a prata, em grande noite para a ginástica brasileira. Até então, nunca havia subido ao pódio no individual geral masculino. 

No individual geral, os atletas competem nos seis aparelhos da ginástica artística masculina: cavalo com alças, argolas, barras paralelas, barra fixa, solo e salto sobre o cavalo. O somatório das notas define quem é o campeão. 

Caio Souza terminou a noite com 83.500 pontos ao fim dos seis aparelhos, e conquistou o ouro. Já Arthur Nory ficou com a prata ao encerrar a disputa com 82.950 pontos. Quem fechou o pódio foi o canadense Cory Paterson, que somou 82.200 pontos. 

Time Brasil
 
@timebrasil
 
 

É OUROOOO! É PRATAAAA! 	  </div>
	

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Pontuação foi de 250,450 pontos na soma de seis aparelhos

 

O Brasil encerrou o domingo com mais um ouro nos Jogos Pan-Americanos de Lima. A quarta medalha dourada da delegação brasileira no Peru foi conquistada pela equipe masculina de ginástica artística, liderada por Arthur Zanetti, especialista nas argolas. O grande feito de Zanetti, Arthur Nory, Francisco Barreto, Caio Souza e Luis Porto melhora o pódio conquistado pela equipe masculina da ginástica artística quatro anos antes, quando o time do Brasil ficou com a prata. 

A pontuação foi de 250,450 pontos na soma dos seis aparelhos, ficando à frente do Estados Unidos e Canadá, pela ordem. No Pan de Guadalajara, em 2011, Zanetti e Barreto participaram da equipe que foi campeã naquela edição. Quatro anos depois, estavam na medalha de prata de 2015, em Toronto. Agora se tornaram bicampeões pan-americanos. A decisão saiu apenas a última nota dos Estados Unidos, depois de muito suspense. Mas não foi suficiente para o time norte-americano virar. 

O Brasil também conquistou vagas em 12 finais por aparelhos e individuais. No solo, Zanetti e Nory vão representar o País; no cavalo estará apenas Barreto; nas argolas, Zanetti e Caio Souza; no salto, Luis Porto; nas paralelas, Caio Souza e Nory; na barra fixa, Nory e Barreto; e no individual geral, Nory e Caio Souza. 

A conquista da ginástica marcou o quarto ouro brasileiro no Pan, sendo a 13ª medalha do País na competição até agora. Assim, o Brasil termina o dia na quarta colocação no quadro de medalhas. Os Estados Unidos lideram, com 24 pódios, sendo nove de ouro. O México aparece na segunda posição, com 22 medalhas, sendo oito douradas. A delegação colombiana figura no terceiro posto, com 14 medalhas no total, sendo quatro de ouro.

 

Fonte:CP

Esta foi a quarta medalha na modalidade para o Brasil

 
 

O Brasil conquistou no começo da tarde desta segunda-feira mais uma medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru. A conquista veio através do esforço de Manoel Messias, que ficou com o primeiro lugar na prova de triatlo misto. É o segundo ouro e a quarta medalha do triatlo brasileiro no Pan-Americano.

 

 

Rede do Esporte
 
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O Brasil também disputa nesta manhã a prova de triatlo misto dos Jogos Pan-Americanos . Luisa Baptista, Vittoria Lopes, Manoel Messias e Kauê Willy representam o país na prova.

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OURO! Manoel Messias fecha em primeiro para o Brasil e a equipe nacional conquista o primeiro lugar da prova de triatlo misto nos Jogos Pan-Americanos . É o segundo ouro e a quarta medalha do triatlo brasileiro nos Jogos. Olha só a chegada do Manoel. Que orgulho!

 
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Fonte:CP

País fez pedido especial para medalhistas olímpicas carregarem pavilhão nacional juntas

 

Pela primeira vez o Brasil terá nos Jogos Pan-Americanos uma mulher como porta-bandeira. Ou melhor, duas. O Comitê Olímpico do Brasil (COB) escolheu a dupla Martine Grael e Kahena Kunze para ter essa honraria na cerimônia de abertura desta sexta-feira, quando a delegação entrará junto com as outras 40 nações no campo do Estádio Nacional de Lima, no Peru.

"É uma honra muito grande e estamos felizes com essa indicação. É gratificante poder carregar o esforço das mulheres e dos atletas que estão reprensentando o Brasil. Isso significa muito para gente e vamos carregar as energias para que as mulheres possam conquistar muitas medalhas", disse Kahena.

O COB precisou fazer um pedido especial para a PanAm Sports, para que fosse liberada a presença de uma dupla, algo muito raro nas cerimônias. O aceite foi dado e curiosamente elas vão repetir o feito da dupla Peter Burley e Blair Tuke, da Nova Zelândia, que foram indicadas para isso nos Jogos Olímpicos do Rio. Eles também são da vela, da mesma classe que as brasileiras, a 49er. "Não faria sentido não estarem as duas, pois conquistamos tudo juntas. Ser dupla é muito significativo. Achei incrível que fizeram esse pedido para serem as duas. Em 1995 meu pai levou essa bandeira e estou muito animada para fazer o mesmo na cerimônia de abertura dos Jogos Pan-Americanos de Lima", comentou Martine.

O primeiro porta-bandeira do Brasil na história do Pan foi Roberto Chap Chap, do lançamento de martelo. Coube a ele ter essa função em 1963.

 

Fonte:CP

 

Competição será disputado de 26 de julho a 11 de agosto, em Lima, no Peru

 

Faltando 100 dias para o início dos Jogos Pan-Americanos em Lima, o Comitê Olímpico do Brasil (COB) projeta levar uma delegação de 492 atletas para o Peru, com cerca de 750 pessoas no total. "O Time Brasil está em fase final de composição. É um número expressivo, e pode até aumentar. O plano de preparação foi cumprido e as necessidades dos atletas também. As coisas estão feitas", disse Paulo Wanderley, presidente da entidade.

O Pan será disputado de 26 de julho a 11 de agosto, em Lima, e o COB tem dois principais objetivos no evento: classificar o maior número possível de atletas e modalidades para os Jogos Olímpicos de Tóquio-2020, nas disputas que valerão para isso, e obter uma melhora do desempenho esportivo em relação às edições anteriores do próprio Pan.

O COB promoveu um evento em São Paulo para festejar a marca de 100 dias. Estiveram presentes dirigentes da entidade, representantes do Comitê Organizador do Pan e do governo peruano, além de nomes como Thiago Pereira, maior medalhista do Brasil na história do Pan, com 23 medalhas na natação, sendo 15 de ouro, Janeth Arcain, Rafael Silva, Beatriz Futuro, Arthur Nory e Hugo Hoyama, entre outros.

Outra presença ilustre foi Neven Ilic, presidente da PanAm Sports, convidado para participar do evento. Ele elogiou muito a delegação verde e amarela e acha que ela pode ser protagonista na competição em solo peruano.

"O Brasil é um país líder no desenvolvimento do esporte. E queremos inserir essa cultura esportiva em nosso país. Por isso, não tenho dúvida que vai brilhar", disse. O dirigente garante que, do ponto de vista da organização do evento, as coisas estão aceleradas.

"O Pan de Lima vai nos surpreender positivamente. O trabalho está sendo feito de forma fantástica. Em maio de 2017 sentamos para planejar. Não havia nada. Mas tudo evoluiu bem e as estruturas são fantásticas, de nível internacional", garante.

 

Fonte:CP

Duplas masculina e feminina ganharam seus jogos por 2 sets a 0

 

O Brasil estreou com o pé direito no Pan de Lima. No primeiro dia de competições, antes mesmo da cerimônia de abertura, as duplas nacionais de vôlei de praia não deram chances aos adversários e confirmaram o favoritismo. A equipe masculina foi a primeira a entrar em quadra, para encarar a Costa Rica. Oscar Brandão e Thiago Dealtry venceram Sebastian Valenciano e Victor Alpizar por 2 sets a 0, com parciais de 21 a 13 no primeiro set e 21 a 14 no segundo. Foi uma partida rápida, resolvida em cerca de meia hora. Oscar marcou nove pontos, enquanto Thiago garantiu 14 tentos.

Ainda mais rápida e fácil foi a estreia das mulheres. Carol Horta e Ângela Rebouças venceram Melanie Valenciana e Mannika Charles, das Ilhas Virgens, por 2 sets a 0, parciais de 21 a 8 no primeiro set e 21 a 7 no segundo. Cada set durou 11 minutos e em menos de meia hora a vitória já estava confirmada. A dupla brasileira chegou a abrir 10 a 0 no início da partida, confirmando o favoritismo desde o início. As partidas ocorreram em uma quarta-feira fria e nublada em Lima, em uma atmosfera em que nada remete a partidas de vôlei de praia.

O Brasil estreou com o pé direito no Pan de Lima. No primeiro dia de competições, antes mesmo da cerimônia de abertura, as duplas nacionais de vôlei de praia não deram chances aos adversários e confirmaram o favoritismo. A equipe masculina foi a primeira a entrar em quadra, para encarar a Costa Rica. Oscar Brandão e Thiago Dealtry venceram Sebastian Valenciano e Victor Alpizar por 2 sets a 0, com parciais de 21 a 13 no primeiro set e 21 a 14 no segundo. Foi uma partida rápida, resolvida em cerca de meia hora. Oscar marcou nove pontos, enquanto Thiago garantiu 14 tentos.

Ainda mais rápida e fácil foi a estreia das mulheres. Carol Horta e Ângela Rebouças venceram Melanie Valenciana e Mannika Charles, das Ilhas Virgens, por 2 sets a 0, parciais de 21 a 8 no primeiro set e 21 a 7 no segundo. Cada set durou 11 minutos e em menos de meia hora a vitória já estava confirmada. A dupla brasileira chegou a abrir 10 a 0 no início da partida, confirmando o favoritismo desde o início. As partidas ocorreram em uma quarta-feira fria e nublada em Lima, em uma atmosfera em que nada remete a partidas de vôlei de praia.

 

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