A taxa composta de subutilização da força de trabalho passou de 23,8% no segundo trimestre de 2017 para 23,9% no terceiro trimestre, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) trimestral, divulgados nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado equivale a dizer que faltava trabalho para 26,8 milhões de pessoas no País no terceiro trimestre. No segundo trimestre, eram 26,3 milhões nessa condição. No terceiro trimestre do ano passado, a taxa de subutilização da força de trabalho estava em 21,2%.

O indicador inclui a taxa de desocupação, a taxa de subocupação por insuficiência de horas e a taxa da força de trabalho potencial, pessoas que não estão em busca de emprego, mas estariam disponíveis para trabalhar. A taxa combinada de subocupação por insuficiência de horas trabalhadas e desocupação foi de 18,5% no terceiro trimestre de 2017. No trimestre imediatamente anterior, o indicador tinha ficado em 18,6%.

O indicador inclui as pessoas ocupadas com uma jornada inferior a 40 horas semanais que gostariam de trabalhar por um período maior, somadas às pessoas desocupadas. Já a taxa combinada da desocupação e da força de trabalho potencial foi de 18,3% no terceiro trimestre de 2017, abaixo dos 18,5% registrados no segundo trimestre do ano anterior.

Fonte:CP

Inflação de alimentos fez diferença na população baixa renda

 

No período entre julho de 2006 e setembro de 2017, a inflação foi mais pesada para a população de renda mais baixa. Dados analisados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e publicados na nota técnica sobre Inflação por Faixa de Renda indicam que, no período, enquanto a inflação ficou em 102% para quem tem renda mais baixa, registrou 86% para os de renda mais alta. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira pelo órgão, durante uma coletiva na sede, no centro do Rio.

 

A técnica de planejamento e pesquisa da Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea, Maria Andréia Parente Lameira, destacou que, neste período, houve uma influência grande dos alimentos. “Neste tempo de 10, 11 anos, mesmo tendo uma queda recente [no preço] de alimentos, a gente teve pelo menos dois choques fortes de alimentos, que jogaram a inflação lá para cima, e isso, de fato, pesou muito mais nas famílias de renda mais baixa”, disse.

 

A inflação de alimentos pesou mais no bolso do pobre do que na faixa de renda mais alta, conforme estudo do Ipea. Mas, no processo de desinflação recente, a análise apontou que, apesar de generalizado, as famílias de menor poder aquisitivo foram beneficiadas de forma mais intensa. Em outubro, a inflação acumulada em 12 meses dessas famílias teve alta de 2%, enquanto que, para o segmento da população mais rica, ficou em 3,5%.

 

O percentual das famílias de renda mais baixa também foi influenciado pelos alimentos, mas dessa vez pelo recuo dos preços. Nessa faixa, o peso na cesta de consumo é de 29%, bem maior do que o que incide na faixa mais alta, que é de 10%. Para o segmento econômico mais alto, o peso maior ocorreu em outros segmentos que apresentam variações mais altas e maior rigidez à baixa, como mensalidades escolares e planos de saúde, que impedem uma queda mais acentuada na inflação do grupo.

 

Segundo a pesquisadora, nos planos de saúde e em serviços médicos, os mais pobres gastam aproximadamente 1,5%, já para os mais ricos, a despesa sobe para quase 7%. Em educação, a diferença é ainda maior. Enquanto os mais pobres gastam 2%, os mais ricos, 10%. “Isso quer dizer que, quando tem uma alta muito elevada em mensalidade escolar, isso vai bater muito forte na inflação dos mais ricos, mas, em compensação, praticamente não vai influenciar a dos mais pobres”, explicou.

 

Ainda de acordo com a economista, quando ocorre um choque na oferta dos alimentos, o que faz com que os preços subam, o impacto nas famílias mais pobres é muito maior do que as mais ricas. “Essa diferença na composição dos gastos das famílias é que vai ditar o porquê de a inflação ser diferente nessas classes”, afirmou.

 

 

A avaliação indicou ainda que, para os próximos meses, diante da expectativa de aceleração nos preços dos alimentos, é provável que a inflação das classes de renda mais baixa volte a apresentar taxas mais elevadas. Maria Andréia lembrou que, em outubro, houve uma aceleração generalizada da inflação conforme o IPCA. “Isso mostra que a dinâmica pode mudar mês a mês, dependendo de como as variações vão mudando. De repente, o que está aumentando mais em um mês vai impactar menos uma faixa do que a outra”, completou.

 

Fonte:CP

Atacante, que se destacou pelo Brasil de Pelotas na Série B, será chamado para compor grupo principal

 

O Inter já tem um reforço para 2018. Trata-se de Marcinho, um dos destaques do Brasil de Pelotas na Série B. O atacante, cujo contrato de empréstimo se encerra no início de janeiro, será chamado para compor o grupo principal do Inter que disputará, no primeiro semestre, o Campeonato Gaúcho.

 

Marcinho tem 22 anos e nasceu no Rio de Janeiro. Está desde 2016 no Rio Grande do Sul e, antes do Brasil, atuou no Ypiranga de Erechim. “Ele é um jogador rápido, que atua pelo lado direito. Tem velocidade e força para ajudar na marcação, mas peca nas finalizações. É um nome que pode ser útil ao Inter, mas precisa treinar mais as conclusões”, observa o jornalista Sérgio Cabral, editor de esportes do Diário Popular, de Pelotas.

 

 

Antes de trabalhar os reforços, o Inter precisa anunciar o seu novo treinador. Nessa quinta-feira, o presidente Marcelo Medeiros afirmou que a contratação dificilmente ocorrerá antes do final do Campeonato Brasileiro. Ou seja, tudo indica que será um profissional que está empregado.

 

Fonte:CP

Terceira etapa de ofensiva deverá cumprir mandados em Alvorada, Dois Irmãos e Novo Hamburgo

 

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira, a terceira fase da Operação Macchina Nostra com o objetivo de combater uma organização criminosa especializada em roubo e clonagem de veículos em Alvorada, Dois Irmãos e Novo Hamburgo. Os policiais civis devem cumprir 15 mandados de busca, oito de prisão e a custódia do principal assaltante da quadrilha. Cinco pessoas já foram detidas. 

 

A Macchina Nostra começou no início deste ano, quando investigou uma quadrilha especializada em roubo de veículos e lavagem de dinheiro. À época, a ofensiva terminou com a prisão de 24 pessoas. O líder do grupo foi preso em um apartamento avaliado em R$ 1,5 milhão. O suspeito morava em um condomínio de luxo, localizado em Viamão. 

 

 

Na ocasião, o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) explicou que o grupo preso roubava três carros após receber um pedido. A ação criminosa buscava garantir a entrega do produto, já que o índice de recuperação do veículos por parte da Polícia Civil era de 60% no começo de 2017. A quadrilha desarticulada na primeira fase da Macchina Nostra teria movimentado R$ 6 milhões desde 2015. 

 

Fonte:CP

Tricolor não pode mais ser superado por Botafogo e Flamengo no Brasileirão

 

O Grêmio está matematicamente garantido na fase de grupos da Libertadores. Um dia depois de derrotar o São Paulo em casa, o Tricolor contou com as derrotas do Botafogo para o Atlético-GO e do Flamengo para o Coritiba, nesta quinta-feira, para confirmar a vaga com três rodadas de antecipação.

 

Terminada a 35ª rodada, o Grêmio se mantém na segunda colocação, com 61 pontos e já não pode ser alcançado por Botafogo e Flamengo, os times que fecham a zona da pré-Libertadores.

 

Após garantir presença, ao menos na primeira fase do torneio continental, o técnico Renato Portaluppi já havia definido a importância de seguir lutando no Brasileirão. "Vamos brigar por algo mais. Está nos nossos planos brigar pelo segundo lugar. É importante para o clube em termos financeiros. Nós não vamos deixar de lado”, comentou

 

Fonte:CP

Professores bloqueiam entrada da Secretaria da Fazenda na manhã desta terça-feira

 

A Secretaria da Fazenda do Rio Grande do Sul (Sefaz) emitiu nota oficial dizendo que o protesto de integrantes do Sindicatos dos Professores do Rio Grande do Sul (Cpers) que bloqueia, na manhã desta terça-feira, a entrada da Sefaz, apenas prejudica os servidores e a sociedade. O protesto “causa transtornos aos servidores, que ficam impedidos de trabalhar, e aos contribuintes em especial, que não podem acessar o atendimento ao público do prédio da Siqueira Campos”, ressalta o documento.

 

 

A manifestação do Cpers é contra o parcelamento dos salários pelo governo do Rio Grande do Sul.  Os sindicalistas exigem uma audiência com o secretário Giovani Feltes. Segundo a nota, a relação do governo com sindicalistas é feita pela Casa Civil. 

A nota informa ainda que, há duas semanas, a Sefaz participou de audiências do Cpers com a Casa Civil e a Secretaria da Educação, quando expôs a situação das finanças do Estado. "(Protesto) não faz brotar dinheiro no Tesouro do Estado", ressaltou a Sefaz na nota.

 

 

De acordo ainda com a Secretaria hoje seria feito um grande esforço para pagar as consignações (empréstimos dos próprios servidores) e repassar R$ 50 milhões para hospitais (decisões judiciais pendentes desde a virada do mês). “Com as portas da Fazenda trancadas com cadeados, não haverá condições para tanto se o protesto se prolongar ao longo do dia”, finaliza a nota.

 

Há uma semana, a reunião que tentou colocar fim à greve dos professores terminou sem acordo. O encontro ocorreu na sede da Secretaria Estadual da Educação no Centro Administrativo do Estado, em Porto Alegre e teve duração de aproximadamente meia-hora. Estiveram presentes a direção do Cpers/Sindicato e do chefe da Casa Civil, Fábio Branco, e a secretária adjunta da Educação, Iara Wortmann.

 

Na oportunidade, a presidente do Cpers, Helenir Aguiar Schürer, disse que o governo do Estado não está priorizando o pagamento dos salários dos servidores. “A greve continua em todo o Estado. A adesão ao movimento atinge mais de 65% e não existe a menor possibilidade de término da paralisação”, destacou.

Fonte:CP

 

Professores protestam contra parcelamento e querem audiência com Giovani Feltes.

 

Integrantes do Sindicatos dos Professores do Rio Grande do Sul (CPERS) trancam, na manhã desta terça-feira, a entrada do prédio da Secretaria da Fazenda, na rua Siqueira Campos, no Centro de Porto Alegre.

 

 

A manifestação é contra o parcelamento dos salários pelo governo do Rio Grande do Sul. Os sindicalistas exigem uma audiência com o secretário Giovani Feltes. A Brigada Militar se deslocou até o local para acompanhar a manifestação que iniciou de maneira 

Há uma semana, a reunião que tentou colocar fim à greve dos professores terminou sem acordo. O encontro ocorreu na sede da Secretaria Estadual da Educação no Centro Administrativo do Estado, em Porto Alegre e teve duração de aproximadamente meia-hora. Estiveram presentes a direção do Cpers/Sindicato e do chefe da Casa Civil, Fábio Branco, e a secretária adjunta da Educação, Iara Wortmann. 

 

 

Na oportunidade, a presidente do Cpers, Helenir Aguiar Schürer, disse que o governo do Estado não está priorizando o pagamento dos salários dos servidores. “A greve continua em todo o Estado. A adesão ao movimento atinge mais de 65% e não existe a menor possibilidade de término da paralisação”, destacou.

Fonte:CP

Beneficiários com mais de 70 anos terão dinheiro transferido em contas da Caixa e do Banco do Brasil

 

Com dois dias de antecedência em relação ao calendário oficial, os correntistas da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil (BB) com mais de 70 anos recebem nesta terça-feira os depósitos do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Serviço Público (Pasep). Os bancos transferirão, sem custos, o dinheiro aos beneficiários com conta nas instituições financeiras.

 

 

Quem não tiver conta na Caixa, que administra o PIS, ou no Banco do Brasil, que gerencia o Pasep, só poderá sacar os recursos a partir da próxima quinta-feira, quando começa o calendário oficial de saques. A retirada poderá ser feita nos terminais de autoatendimento, nas casas lotéricas, nos correspondentes bancários e nas casas lotéricas, dependendo do valor das cotas.

A retirada é válida somente para os trabalhadores com carteira assinada que contribuíram para algum dos dois fundos até 4 de outubro de 1988. Em 17 de novembro, começará o saque para aposentados. Em 14 de dezembro, a retirada será liberada para homens a partir de 65 anos e para mulheres a partir de 62 anos. Não há data limite para os saques. Os herdeiros de cotistas falecidos podem sacar o dinheiro a qualquer momento. Quem contribuiu após 4 de outubro de 1988 não tem direito ao saque. Isso ocorre porque a Constituição de 1988 passou a destinar a arrecadação do PIS/Pasep para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que paga o seguro-desemprego e o abono salarial, e para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

 

De acordo com o governo, a medida vai injetar R$ 15,9 bilhões na economia e beneficiar 7,8 milhões de pessoas. Desse total, R$ 11,2 bilhões virão dos saques do PIS, vinculado aos trabalhadores da iniciativa privada e administrado pela Caixa Econômica Federal, que beneficiarão 6,4 milhões de cotistas. O restante virá do Pasep, vinculado aos servidores públicos e administrado pelo Banco do Brasil.

 

Retirada

 

Na Caixa Econômica, os cotistas do PIS poderão fazer a retirada de três maneiras. Os pagamentos de até R$ 1,5 mil serão feitos nos caixas eletrônicos, digitando a Senha Cidadão, sem a necessidade de cartão bancário. Quem não tiver a senha pode obtê-la no seguinte endereço, bastando clicar em "esqueci a senha" e preencher os dados.

 

Os saques de até R$ 3 mil podem ser feitos nos caixas eletrônicos, mas o cliente precisará usar o Cartão Cidadão e digitar a Senha Cidadão. Nas lotéricas e nos correspondentes bancários, o cotista poderá retirar o dinheiro, levando o Cartão Cidadão, a Senha Cidadão e algum documento oficial de identificação com foto. Acima desse valor, o beneficiário deverá ir a alguma agência da Caixa levando documento oficial com foto.

 

Clientes da Caixa receberão o depósito automaticamente nas contas correntes dois dias úteis antes do calendário de saques. A Caixa informou que também fará a transferência do dinheiro para clientes de outros bancos, desde que a conta esteja no mesmo nome do beneficiário. A operação não terá custos. 

 

Pasep

 

Em relação aos saques do Pasep, o Banco do Brasil também depositará o dinheiro automaticamente nas contas dos correntistas dois dias antes do calendário de saques. Os cotistas com saldo de até R$ 2,5 mil sem conta no banco poderão pedir transferência para qualquer conta em seu nome em outra instituição financeira na página do banco na internet ou nos terminais de autoatendimento. Não correntistas com saldo acima desse valor ou herdeiros de cotistas falecidos deverão ir às agências.

 

 

Os clientes com dúvidas podem consultar as páginas da Caixa www.caixa.gov.br/cotaspis ou do Banco do Brasil www.bb.com.br/pasep.

 

Fonte:CP

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