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Uma pessoa morreu em um acidente que ocorreu na madrugada deste domingo no km 117 da BR 392 em Canguçu, no sul do Rio Grande do Sul. Conforme a Polícia Rodoviária Federal (PRF). O acidente envolveu dois veículos que colidiram frontalmente.

Informações preliminares são de que um Monza, com placas de Pelotas acesso a BR e seguiu transitando na contramão no sentido crescente, quando ao tentar acessar sua mão de direção colidiu frontalmente com um Fiat Strada também com placas de Pelotas que seguia no sentido contrário.

Os cinco ocupantes do Monza ficaram feridos, sendo os três mais graves encaminhados ao Pronto Socorro de Pelotas, aonde um veio a falecer. O condutor do Fiat Strada sofreu lesões leves.

A Polícia Civil de Venâncio Aires instaurou um termo circunstanciado para apurar as agressões contra uma professora de uma escola do bairro União, em Venâncio Aires. Ela relatou ter recebido socos e pontapés na saída do colégio no fim da tarde de quarta-feira, após o término da aula, quando foi surpreendida pela mãe de três alunas. A mulher teria esperado a professora na rua para agredi-la.

Aos policiais, a educadora contou que foi socorrida por uma colega e uma mulher que passava na rua. Após receber atendimento, registrou boletim de ocorrência na delegacia. Na quinta-feira, a mãe também esteve na DP e contou outra versão.

Segundo o delegado Vinícius Assunção, a mulher teria confirmado que atingiu a educadora com socos e pontapés, mas disse que a professora teria pego um pedaço de madeira antes do início das agressões. A mãe relatou que a família dela estaria sendo alvo de perseguições, por conta de supostas mentiras contadas pela educadora.

Em comunicado, a prefeitura garante que os fatos estão sendo apurados pela administração municipal. “A equipe diretiva da escola já esteve reunida com a Associação de Pais e Mestres (APM) e com o conselho da instituição para debater e apurar as causas do incidente”, diz a nota.

Fonte: CP

Cinco pessoas morreram em acidente entre carro e caminhão na ERS 481, em Estrela Velha, na região Central do Rio Grande do Sul. A colisão aconteceu por volta das 22h30min de domingo, mas o trânsito ainda estava bloqueado no local na manhã desta segunda-feira.

De acordo com o Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM), dos cinco mortos, dois são crianças. Todas as vítimas estavam no Fiat Uno, com placas de Estrela Velha. Os nomes dos mortos não foram divulgados. Ainda não há informações sobre o estado de saúde do motorista do caminhão.

As circunstâncias do acidente ainda estão sendo investigadas.

Fonte: CP

São Luiz Gonzaga teve mais uma morte por choque elétrico. A vítima é uma mulher de 30 anos, moradora da Vila Trinta. Luthiani Moura, de 30 anos, morreu na hora com a descarga. Conforme informações da polícia, ela foi pegar o celular com as mãos molhadas após sair do banho, quando aconteceu o acidente. O aparelho estava carregando na tomada.

Luthiani trabalhava como atendente na EMEI Florinda Caetano Braga, localizada no mesmo bairro onde morava. A escola declarou luto e estará fechada hoje.

O velório da jovem ocorre na funerária São Lucas, sala 01. O horário do sepultamento ainda não foi divulgado. 

Fonte: Rádio Missioneira

Alvo de denúncias de assédio sexual, o prefeito de Não-Me-Toque, Armando Carlos Roos (PP), divulgou nota oficial, hoje, dizendo-se surpreendido, por meio das redes sociais, com a divulgação de documentos referentes ao inquérito policial. Ele também garante estar tomando as providências cabíveis sobre a divulgação de “vídeos de caráter pessoal”.

Sobre a gravação em que conversa com uma suposta vítima e fala que “não quer namorar de graça”, sugerindo que a mulher o acompanhe até o apartamento em que mora, o prefeito, de 73 anos, sustenta que a servidora se utilizou da confiança dele para fazer o vídeo. “Importante referenciar que mostra tão somente diálogo ocorrido entre o Prefeito Armando Carlos Roos e a suposta vítima, sendo que esta seria nomeada para um cargo de confiança, junto à Secretaria Municipal de Obras. A suposta vítima utilizou-se da confiança do prefeito para gravar o referido vídeo, e somente um ano depois vem a público divulgá-lo, após a sua exoneração”.

Na nota, Roos lamenta o episódio ocorrido e reitera que as ações da gestão dele sempre foram pautadas pelo respeito e obediência às leis, às autoridades e sobretudo à comunidade.. “Peço desculpas pelo fato em questão, principalmente pelo mesmo ter ocorrido junto ao Gabinete, o que acabou elevando a repercussão do caso”.

Veja a nota na íntegra:

” Carlos Roos, Prefeito Municipal de Não-Me-Toque/RS vem a público em respeito a verdade e a opinião pública, manifestar-se sobre a acusação de assédio sexual, esclarecendo o seguinte:

O Prefeito ainda não foi citado da ação penal referente ao fato noticiado, tendo sido surpreendido através das redes sociais com a divulgação de documentos referente (sic) ao inquérito policial, sendo que está tomando as providencias cabíveis quanto a responsabilização das pessoas e entidades envolvidas com a publicidade indevida dos documentos e vídeo de caráter pessoal.

No que refere ao vídeo que vem sendo compartilhado junto ao aplicativo de mensagens instantâneas, Whatsapp, importante referenciar que mostra tão somente diálogo ocorrido entre o Prefeito Armando Carlos Roos e a suposta vítima, sendo que esta seria nomeada para um cargo de confiança , junto a Secretaria Municipal de Obras. A Suposta vítima utilizou-se da confiança do prefeito para gravar o referido vídeo, e somente um ano depois vem a público divulga-lo, após a sua exoneração.

O assédio relatado pela suposta vítima será devidamente apurado durante a instrução processual, se houver o recebimento da denúncia. 
Por inúmeros motivos lamento este episódio, manifestando que as minhas ações sempre foram pautadas pelo respeito e obediência as leis, as autoridades e sobretudo a Comunidade Não-Me-Toquense, a qual peço desculpas pelo fato em questão principalmente pelo mesmo ter ocorrido junto ao Gabinete, o que acabou elevando a repercussão do caso”. 

Entenda o caso

A Polícia Civil abriu inquérito para investigar duas denúncias de assédio sexual contra o prefeito. Segundo o delegado Gerri Adriani Mendes, responsável pelo caso, há três registros feitos por duas vítimas diferentes. O primeiro deles ocorreu no segundo semestre de 2017, mas, pouco após comparecer à delegacia, a vítima desistiu de representar contra o prefeito. Dois meses depois, entretanto, depois de ter afirmado sofrer retaliação por parte do acusado (a mulher, servidora de carreira da prefeitura, supostamente rebaixada de cargo por não ceder às investidas do prefeito), ela retornou à delegacia e registrou ocorrência.

Como o acusado detém foro privilegiado, o processo tramita no Tribunal de Justiça, um procedimento normal nesses casos. Há cerca de 20 dias, segundo o delegado, o Judiciário autorizou a investigação da primeira denúncia de assédio. O caso chegou ao Ministério Público, que solicitou diligências e investigação policial.

Após o início da primeira investigação, um novo caso de assédio envolvendo Roos chegou às mãos do delegado. A vítima exercia um cargo de confiança na Prefeitura de Não-Me-Toque. Ela garante ter sido exonerada do posto após divulgar um vídeo em que expõe as tentativas do prefeito. Em conversa com a vítima, na gravação, Roos fala que “não quer namorar de graça” e sugere que a mulher o acompanhe até o apartamento dele. Em troca, ele promete contratar a vítima em troca de favores sexuais, conforme o relato da funcionária.

Além do vídeo, a vítima também entregou à polícia conversas de WhatsApp entre ela e o prefeito. O material foi juntado à denúncia e encaminhado ao Poder Judiciário, por questões de foro privilegiado. A gravação acabou caindo nas redes sociais – segundo a polícia, provavelmente através da própria vítima, que mantinha o material bruto no celular pessoal.

No início da semana passada, a primeira denunciante voltou à delegacia para pedir medidas protetivas no âmbito da Lei Maria da Penha. Ela contou ainda estar sendo perseguida. A segunda denunciante também requereu proteção policial alegando ter sofrido ameaças.

Fonte: Correio do Povo

Vítima, do sexo masculino, estava em avançado estado de decomposição

 
 

O corpo de um homem foi encontrado boiando no Rio dos Sinos, em São Leopoldo, na tarde do domingo de Páscoa. Conforme a Brigada Militar (BM), a vítima, do sexo masculino, estava em avançado estado de decomposição e esquartejada, sem as pernas e braços.

Populares que transitavam pela Rua da Praia, no bairro Rio dos Sinos, acionaram a polícia após perceberem a presença do corpo no leito. Os bombeiros da cidade precisaram utilizar um barco e uma corda para fazer a retirada dos restos mortais do rio. A ocorrência de encontro de cadáver foi registrada na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA).

A investigação fica a cargo da Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) de São Leopoldo. Detalhes que possam auxiliar na elucidação do crime devem ser repassados à Polícia Civil através do telefone 985-900522 por mensagens nos aplicativos WhatsApp e Telegram.

Fonte; CP

Após mais de 10 horas de sessão, um júri popular considerou Elisângela Rius culpada pelas mortes e a ocultação dos cadáveres do marido e do filho. Os crimes foram cometidos em 2013, em Canoas.

Com o veredito, anunciado na noite desta terça-feira, a juíza Betina Mostardeiro Mühle de Constantino, da Vara do Júri da Comarca local, estabeleceu a pena de Elisângela em 37 anos e seis meses de reclusão e vinte dias-multa. O regime de cumprimento é o inicial fechado. A ré segue presa e não vai poder apelar em liberdade.

Crimes

Conforme a tese do Ministério Público, acolhida hoje pelos jurados, Elisângela matou o marido, Patrick Moraes Marques, de 27 anos, com um machado e, depois, ateou fogo ao corpo. A vítima teve o corpo encontrado no limite entre os municípios de Cachoeirinha e Canoas. Meses depois, Eduardo William Rius Mebius, de 16 anos, filho da ré, também teve o corpo encontrado queimado em Triunfo.

Na denúncia, o MP apontou que a mulher matou o companheiro por ciúmes, pelo fato de ele ter uma filha que Elisângela queria manter afastada do casal. Ainda de acordo com a acusação, o filho morreu porque vinha ameaçando a mãe de contar que ela havia matado Patrick.

Hoje, diante dos jurados, Elisângela negou os crimes e se apresentou como viúva, quando perguntada sobre o estado civil. Ela contou que tinha um relacionamento difícil com o filho, dizendo que era usuário de drogas e havia se envolvido com traficantes. Dezenove testemunhas foram ouvidas ao longo do processo.

Bombeiros localizaram, nesta segunda-feira, o corpo de Ricardo Bertin, que morreu após o veículo em que ele dirigia cair nas águas do rio do Mel, em Iraí, no Norte gaúcho. Conforme informações preliminares, o carro tombou de uma barragem, usada como passagem pelas águas na região de linha Corticeira, na zona rural da cidade.

A mãe de Ricardo, Orfília Maria Bertin, de 61 anos, também morreu no acidente. Ela teve o corpo encontrado antes, entre os galhos de árvores, no interior da água, junto ao carro parcialmente submerso.

A Universidade Regional Integrada (URI) de Frederico Westphalen, onde Ricardo era estudante de Engenharia Civil, emitiu nota em que mostra consternada com a notícia e se solidariza com a família. As aulas do curso foram suspensas, hoje, em função do acidente.

Fonte: Rádio Guaíba

O final de semana foi violento no trânsito. Pelo menos cinco pessoas morreram em acidentes nas estradas da região. O caso mais grave aconteceu em Formigueiro, na madrugada de sábado (24), quando três jovens morreram após o capotamento de uma camionete, ne ERS 149.

Anna Cláudia Cassol Heinsch, 26 anos, Augusto Gonçalves Borges, 24, e Marcelo de Mello, 20 morreram no local. Outras duas jovens sobreviveram e foram internadas no Hospital Universitário de Santa Maria. O acidente causou comoção em Restinga Seca, onde moravam as vítimas. A Prefeitura cancelou a programação de aniversário do município.

ATROPELAMENTO - Ainda na noite de sexta-feira, Valdir Machado Brum, 71 anos, morreu após ser atropelado por um veículo Ford Fiesta na BR 287, na altura do Km 267, entre São Pedro do Sul e Santa Maria. Uma ambulância foi acionada mas o idoso não resistiu aos ferimentos. O motorista de São Pedro do Sul parou para prestar socorro.

TOMBAMENTO - Em Agudo, João Lídio da Silva, de 66 anos, morreu na noite de sábado (24), após o veículo em que estava cair num arroio na Localidade de Lin há Boêmia. Outras três pessoas estavam no carro e conseguiram se salvar.

Com informações da Rádio Medianeira 

Um homem, de 66 anos, morreu em um acidente na noite desse sábado em Agudo, na Região Central do Estado. O carro em que ele estava caiu de uma ponte na localidade de Linha Boêmia.

Quatro pessoas estavam no carro que caiu da ponte. As outras três sofreram ferimentos leves. Os ocupantes do veículo se deslocavam para a cidade de Ibarama onde iriam trabalhar como segurança em uma festa.

A vítima foi identificada como João Lidio, de 66 anos.