Dólar cai 2,35% e recua a R$ 3,76

Segunda, 08 Outubro 2018 22:24

A cotação da moeda norte-americana encerrou o primeiro pregão da semana com forte queda, apontando recuo de 2,35%, cotado a R$ 3,7662 para venda. O valor é o menor desde 8 de agosto, quando chegou a R$ 3,7658.

Otimismo dos indicadores financeiros refletem definição do segundo turno das eleições presidenciais que assinalam vantagem do candidato do PSL, Jair Bolsonaro, sobre o adversário representante do PT, Fernando Haddad, além de o favorito ter conseguido eleger uma expressiva base aliada na Câmara, o que aumenta a estabilidade de um eventual governo reformista.  "Até as eleições, o mercado vinha operando com um otimismo contido, não querendo arriscar muito. Hoje, os investidores viram o cenário bem mais definido", disse Glauco Legat, analista da Spinelli Corretora, ao justificar o aumento brusco no volume de negócios.

O profissional, no entanto, afirma que o cenário ainda apresenta riscos, uma vez que não se sabe o quão agressivo o PT se mostrará na campanha do segundo turno. "Hoje o mercado viveu apenas o lado positivo, mas a volatilidade não foi afastada, porque ainda se espera um contra-ataque do PT", disse. 

Além disso, há toda a questão envolvendo um eventual governo Bolsonaro e as dúvidas em relação a questões como o relacionamento dele com o economista Paulo Guedes.  O Banco Central abriu a semana com os leilões tradicionais de swaps cambiais (equivalentes à venda de dólares no mercado futuro), sem ofertas extraordinárias de venda futura do dólar.

Pela manhã, o Ibovespa chegou à máxima de 87.333 pontos (+6,09%), no auge da euforia do mercado. Segundo operadores, as compras foram lideradas por investidores estrangeiros e, provavelmente, por fundos de ações, o que indica maior interesse no mercado por parte de investidores pessoa física. Essa tendência, aliás, já vinha sendo observada nos últimos dias.

Fatores técnicos também ajudaram a impulsionar o Ibovespa pela manhã, com investidores zerando posições de curto prazo. As ações do chamado "kit eleição" ou "kit Brasil" foram mais uma vez o destaque do dia. O índice B3, da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), fechou esta segunda-feira em alta de 4,57%, com 86.083 pontos, puxadas por uma valorização dos papéis da Petrobras que subiram 10,85%. O índice desta segunda-feira é a maior alta diária desde 2016.

Fonte: CP

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou que 16 países já encerraram votação para as eleições presidenciais até 7h deste domingo (7). Ao todo, há 500.727 eleitores brasileiros aptos a votar em 171 localidades eleitorais de 99 países.

Nova Zelândia, Austrália, Japão, Coreia do Sul, China, Taiwan, Cingapura, Filipinas, Malásia, Hong Kong, Timor Leste, Indonésia, Vietnã, Tailândia, Índia e Nepal concluíram votação até a manhã deste domingo, 7. Omã e Emirados Árabes Unidos devem encerrar a votação por volta das 10h15, segundo o TSE.

Em 2014, 354.184 eleitores brasileiros estavam cadastrados no exterior. De acordo com o TSE, o crescimento de 41,37% se deve a uma parceria entre o tribunal e o Ministério das Relações Exteriores que possibilitou a adoção de medidas que facilitaram o cadastramento eleitoral de brasileiros residentes no exterior.

Nas redes - As imagens de boletins de urna de seções eleitorais de diversos países que circulam em redes sociais são verdadeiras, mas não representam o número final de votos dos candidatos a presidente. Assim que a votação é concluída em uma seção eleitoral, o chefe daquela seção imprime o boletim e o fixa na porta. O resultado final, no entanto, só será divulgado com os números do Brasil, na noite deste domingo.

Fonte: Terra

O resultado da votação dos brasileiros residentes em Xangai, na China, apontou vitória do candidato do PSL, Jair Bolsonaro, com 103 votos, o equivalente a 58,8% dos votos válidos. Isso significa que, para esse conjunto de eleitores, o ex-capitão do Exército venceria a eleição em primeiro turno.

O segundo lugar ficou bastante distante de Bolsonaro. João Amoêdo, do Novo, conquistou 17 votos e foi seguido de Ciro Gomes, do PDT, com 16 votos. Geraldo Alckmin (PSDB) teve 13 votos. Fernando Haddad (PT) e Alvaro Dias (Podemos) tiveram sete votos cada. A candidata Marina Silva (Rede), conquistou cinco votos, Cabo Daciolo (Patriota), três, e José Maria Eymael (DC), dois votos. Os candidatos Guilherme Boulos (PSOL) e Henrique Meirelles (MDB) tiveram um voto cada.

O código de verificação do boletim da seção eleitoral de Xangai é 01586544. Nesta seção, 195 brasileiros votaram, mas 175 foram considerados válidos. O total de eleitores nesta seção, porém, era de 626, dos quais 431 faltaram. A urna foi aberta às 8h (21h de sábado, em Brasília) e fechada às 17h (6h de hoje, em Brasília)

De acordo com o manual Boletim de Urna, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o resultado pode ser emitido ao final da votação e fixado no local.  “Encerrada a votação, a urna apura os votos e emite relatório com o resultado oficial da seção eleitoral”, diz o guia. “Esse relatório é documento público, cuja cópia é afixada no local de votação para que qualquer cidadão possa conferir. Além disso, cópias do boletim são garantidas aos fiscais partidários, podendo, ainda, ser entregues aos interessados presentes no momento do fechamento da urna.”

Fonte: Revista Veja

Pelo terceiro dia consecutivo, a cotação da moeda norte-americana terminou o pregão em queda, registrando hoje uma baixa de 1,20%. O dólar fechou o dia vendido a R$ 3,8876, o menor valor desde 14 de agosto. O acumulado em três dias representa 3,70% de desvalorização do dólar em relação ao real.

O Banco Central segue com os leilões tradicionais de swaps cambiais (equivalentes à venda de dólares no mercado futuro), sem ofertas extraordinárias de venda futura da moeda.

Já o índice B3, da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), encerrou o pregão em alta de 2,04%, com 83.273 pontos. As ações da Petrobras seguiram a tendência, terminando valorizadas em 4,25%, seguidas pelas do Itaú, com alta de 4,53%, e pelas do Bradesco, com 4,33%.

Fonte: CP

Já o índice B3, da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), encerrou o pregão em alta de 2,04%, com 83.273 pontos. As ações da Petrobras seguiram a tendência, terminando valorizadas em 4,25%, seguidas pelas do Itaú, com alta de 4,53%, e pelas do Bradesco, com 4,33%.

O número de mortos no terremoto e tsunami que atingiram na sexta-feira a ilha indonésia de Célebes subiu para 832 neste domingo, depois que os serviços de emergência encontraram mais corpos entre os escombros na cidade devastada de Palu. "Ao meio-dia (hora local) de hoje temos 832 mortos", anunciou o porta-voz da Agência de Gestão de Desastres, Sutopo Purwo Nugroho.

"O número de mortos vai continuar aumentando", alertou o porta-voz. Os enterros estavam programados para começar neste domingo, para evitar a propagação de doenças, indicou Purwo Nugroho. "É muito duro", afirmou Risa Kusuma, de 35 anos, que estava com o filho febril em um centro para desabrigados de Palu. "A ambulância traz mais corpos a cada minuto. Não temos água e as lojas são saqueadas", disse.

A maior parte das vítimas foi registrada em Palu, cidade de 350 mil habitantes na costa oeste da ilha Célebes, segundo a Agência de Gestão de Desastres. Mas as autoridades e diversas ONGs também estão preocupadas com a situação na região de Donggala, mais ao norte. O diretor do programa de Save The Children, Tom Howells, destacou que o acesso às zonas afetadas é um grande problema que dificulta os resgates. "As organizações de ajuda e as autoridades locais se esforçam para alcançar várias comunidades ao redor de Donggala, onde tememos grandes danos materiais e a possível perda de vidas humanas em grande escala", declarou Howells.

Os hospitais não conseguem receber todas as vítimas e muitos feridos recebem atendimento ao ar livre. Alguns estabelecimentos sofreram muitos danos com o terremoto. Aviões com material e alimentos começaram a chegar à cidade. "Tenho apenas um filho e está desaparecido", disse Baharuddin, morador de Palu, de 52 anos. "Falei pela última vez com ele antes de sua saída para a escola", completou.

As autoridades anunciaram que 71 estrangeiros estavam em Palu no momento do terremoto, a maioria deles já localizados.

Sobrevivente entre os escombros

As equipes de emergência procuravam sobreviventes entre os escombros de um hotel, que tinha capacidade para 150 hóspedes, e de um centro comercial que desabou com o tremor. "Conseguimos retirar uma mulher viva dos escombros do hotel Roa-Roa na noite passada", afirmou Muhamad Syaugi, o comandante do serviço de emergência. "E ouvimos pessoas pedindo ajuda", acrescentou.

O presidente indonésio, Joko Widodo, desembarcou em Palu neste domingo. "Peço que se preparem para trabalhar dia e noite e iniciar o processo de evacuação", declarou às tropas mobilizadas para ajudar nas buscas.

O terremoto de 7,5 graus de magnitude sacudiu a ilha Célebes na sexta-feira e provocou uma onda gigante na área de Palu, que arrastou carros, árvores e postes de energia elétrica, além de ter destruído vários imóveis. Muitos moradores da cidade dormiram em campos de futebol ou abrigos improvisados, construídos com bambu, por temor de tremores secundários.

Após a catástrofe, as pessoas procuram sobretudo comida e um local de refúgio. Moradores formaram longas filas para receber água potável e macarrão instantâneo. O terremoto foi mais potente que os tremores que deixaram mais de 500 mortos e 1.500 feridos na ilha indonésia de Lombok em agosto.

A Indonésia, um arquipélago de 17 mil ilhas, fica no Anel de Fogo do Pacífico e é um dos países do mundo mais propensos a sofrer desastres naturais. Em 26 de dezembro de 2004, a Indonésia sofreu uma série de terremotos devastadores, um deles de magnitude 9,1, na ilha de Sumatra. Este tremor motivou um grande tsunami que provocou a morte de 220 mil pessoas na região, 168 mil delas na Indonésia. Em 2006, quase seis mil pessoas morreram em um violento sismo que atingiu a ilha de Java.

Fonte: CP

* Com informações da Agência Brasil

O dólar encerrou o pregão próximo dos R$ 4,20, no maior patamar desde a criação do Plano Real. A moeda norte-americana fechou em alta de 1,21%, cotada a R$ 4,1957 para venda, superando o teto de R$ 4,1655 de janeiro de 2016. No acumulado do mês, o dólar já apresenta valorização de 3,03% em relação ao real.

O Banco Central segue com a política tradicional de swaps cambiais, sem efetuar na semana nenhum leilão extraordinário de venda futura de dólares, como fez na última sexta-feira para conter a valorização da moeda norte-americana. 

As incertezas eleitorais colocam os investidores na defensiva nesta quinta-feira Com isso, o dólar voltou a subir em meio a preocupações com o cenário eleitoral e a situação na Argentina, de acordo com operadores de câmbio.

Crise na Argentina

O dólar continua disparando no país vizinho e é negociado perto dos 40 pesos, em alta de 3,67%. O peso e o real estão entre as únicas moedas descoladas do comportamento de emergentes hoje ante a moeda norte-americana, que recua entre vários destes mercados.

No cenário político, os profissionais destacam que o clima é de cautela, com os investidores aguardando a nova pesquisa do Datafolha, que sai nesta sexta-feira, e monitorando os rumos da campanha de Jair Bolsonaro (PSL). O mercado segue monitorando o quadro médico do candidato do PSL à Presidência, Jair Messias Bolsonaro, líder na corrida para o Planalto.

Bolsa de Valores

O índice B3, da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), terminou o dia em baixa de 0,58%, com 74.686 pontos. Os papéis da Petrobras tiveram desvalorização de 1,27%, seguidos pelos do Itau com (-0,55%) e Bradesco (-0,40%).

Fonte: CP

O Banco Central interviu nesta quinta-feira para conter a disparada do dólar que superou o valor de de R$ 4,20, anunciando um contrato de swaps cambiais extraordinário (venda futura da moeda norte-americana) de US$ 1,5 bilhão. Após o anúncio, a moeda norte-americana fechou o dia cotada a R$ 4,1463 para venda, representando alta de 0,78%.

O último leilão extraordinário de swap cambial feito pelo Banco Central ocorreu em junho, quando o mercado financeiro passava pelos efeitos da greve dos caminhoneiros. O índice B3, da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), encerrou o pregão em baixa, registrando queda de 2,53% com 76.404 pontos.

Os papéis preferenciais da Eletrobras, com três subsidiárias leiloadas hoje, puxaram a queda com desvalorização de 5,75%. Ações chamadas de blue chip acompanharam a tendência, terminando em baixa, como Petrobras (queda de 2,69%), Vale (queda de 1,32%), Itau (-3,85%) e Bradesco (-3,97%).

Após dois pregões de queda, a cotação da moeda norte-americana aproximou-se nesta terça-feira da barreira dos R$ 4,15, com alta de 1,48%, cotado a R$ 4,1424 para venda. O valor é o segundo maior desde o Plano Real, ficando atrás apenas do registrado em janeiro de 2016, quando bateu o valor de R$ 4,1655.

O principal índice B3, da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) terminou o pregão desta terça-feira em baixa de 0,59%, com 77.473 pontos. Os papéis das empresas de grande porte, chamadas de blue chip, puxaram o índice para baixo, com Petrobras terminando o dia em queda de 1,71%, Bradesco com desvalorização de 0,96%, Itau fechando em baixa de 0,72% e Vale com menos 0,20%.

Pelo menos 15 pessoas morreram e 25 ficaram feridas após a queda de um ônibus de passageiros em um abismo em uma estrada no norte do Peru neste domingo, informou a polícia.

"Temos reportado 15 pessoas falecidas após a queda de um ônibus em um abismo na estrada Sihuas-Quiche”, disse à agência de notícias AFP o oficial Edgar Cochachi, da polícia de Huaraz, na região Ancash.

O veículo da empresa Rosário, que se dirigia para a capital peruana, caiu em um abismo de aproximadamente 50 metros. O acidente ocorreu na manhã deste domingo no setor conhecido como Arenapampa, na província de Sihuas, nos andes peruanos.

Brigadas da polícia e bombeiros estão no local do acidente, trabalhando no resgate dos feridos e na retirada dos cadáveres. Entre as vítimas haveria três crianças de seis, oito e dez anos, segundo a imprensa.

Acidente semelhante na véspera

No sábado, a queda de um ônibus na região de Huánuco, no centro do Peru, deixou ao menos nove mortos e 40 feridos. Os acidentes com mortos e feridos nas rotas internas do Peru são frequentes. Em 2017, mais de 2,7 mil passageiros perderam a vida no país, segundo dados da polícia.

Fonte: CP

            

O Papa Francisco anunciou nesta segunda-feira que aceitou a renúncia do arcebispo australiano Philip Wilson, que foi declarado culpado por acobertar abusos sexuais contra um menor de idade na década de 70. Na época, o arcebispo de Adelaide, 67 anos, foi acusado de ocultar os abusos de Jim Flechet, um padre pedófilo. A sentença do tribunal da região saiu em maio e ele deve cumprir pena máxima de dois anos de prisão.

"O Santo Padre aceitou a renúncia do governo pastoral da arquidiocese de Adelaide apresentada pelo monsenhor Philip Edward Wilson", afirma a nota divulgada pelo Vaticano. O religioso, que sempre negou as acusações, informou no período da setenciação o afastamento de suas funções para examinar o veredicto.

O Papa Francisco adotou a linha de tolerância zero contra a pedofilia na Igreja após uma série de escândalos que abalaram seu papado. No último sábado, de forma inédita, anunciou a suspensão do célebre cardeal americano Theodore McCarrick, 87 anos, do Colégio Cardinalício, o proibindo de exercer seu ministério após uma investigação que considerou "críveis" as denúncias de crime sexual contra ele.

McCarrick é um dos cardeais americanos mais conhecidos no cenário internacional. A iniciativa de Francisco é de tentar corrigir os erros e omissões do passado a respeito dos escândalos de ocultamentos dos casos de pedofilia, segundo ele um dos grandes males da Igreja.

 

Em maio, 34 bispos do Chile anunciaram suas renúncias por envolvimento em escândalos de abuso sexual. Em seguida, 14 padres do país foram suspensos por supostos crimes sexuais, um ato sem precedentes nos cinco anos de papado de Francisco. Vários membros da hierarquia eclesiástica chilena foram acusados pelas vítimas de ignorar e acobertar os abusos do padre pedófilo Fernando Karadima nas décadas de 80 e 90.