O CTG Piá do Sul, de Santa Maria, na área da 13ª Região Tradicionalista, conquistou o troféu de campeão da Força A das danças tradicionais durante o 32º Encontro de Artes e Tradição Gaúcha (Enart), encerrado na noite deste domingo em Santa Cruz do Sul. A invernada obteve o título também em 1998, 1999 e 2003. O segundo lugar na modalidade ficou com o CTG Tiarayú, de Porto Alegre, campeão no ano passado. O anúncio ocorreu no Ginásio Poliesportivo e Cultural do Parque da Oktoberfest após a dança de integração, com todas as invernadas classificadas para a final do festival, considerado pela Unesco como o maior de arte amadora da América Latina.

 

O primeiro lugar nas danças tradicionais na Força B foi obtido pelo CTG Brigadeiro Rafhael Pinto Bandeira, de Rio Grande. O grupo garantiu a participação na Força A do próximo ano. A 13ª Região Tradicionalista, com sede em Santa Maria, conquistou o troféu rotativo Marca Grande ao somar o maior número de pontos em todas as modalidades durante a final do Enart.

 

O festival teve a participação de 4 mil artistas amadores de todas as 30 Regiões Tradicionalistas do Estado nas 600 apresentações em 18 modalidades artísticas, entre sexta-feira e domingo, em dez palcos no Parque da Oktoberfest. Segundo a organização, o público nos três dias foi de 51 mil pessoas.

Fonte: CP

Um jovem, de 19 anos, é suspeito de matar o padrasto com golpes de machado na noite de sábado, em Canela, na Serra gaúcha. O crime ocorreu por volta das 20h, no bairro Vila Dante.

A vítima foi identificada como Edivaldo Henrich Spingler. Segundo a Polícia Civil, o crime teria sido motivado por uma desavença familiar. O jovem está foragido.

O delegado Vladimir Medeiros afirma que o caso é prioridade para a Polícia de Canela. "O objetivo principal, que era identificar o autor, foi atingido. Agora, as diligências são para prendê-lo em flagrante. Buscamos manter 100% de esclarecimentos em crimes de homicídio", afirmou.

Fonte: CP

O final de semana foi novamente de reconstrução em Santo Ângelo, após estragos ocasionados pelo mau tempo. Em menos de dois meses o município das Missões foi atingido por seis temporais. Na última sexta, o centro da cidade foi surpreendido por chuva acompanhada de ventos fortes e queda de granizo.

Adelar Cavalheiro, coordenador da Defesa Civil do município, relata que choveu 70 milímetros em 15 minutos. O grande volume de água e o granizo deixou ruas alagadas. A enxurrada também atingiu casas e empresas. Foram 34 residências que tiveram o telhado danificado com o temporal. As famílias receberam lonas da Defesa Civil. Não há desabrigados.

Na escola Getúlio Vargas, o vento arrancou o telhado de um dos pavilhões, onde estão localizados laboratórios de informática. A água atingiu cerca de 20 computadores. Uma academia também foi invadida pela água, que arrebentou a porta de vidro da empresa. Supermercados e veículos de comunicação também foram afetados. Uma piscina foi arrancada pela força do vento e parou no meio de uma rua do Centro Histórico de Santo Ângelo.

A Defesa Civil fez novo levantamento dos estragos e anexou junto ao sistema do Governo Federal. A cidade está dentro dos 180 dias de validade do decreto de situação de emergência assinado no mês de outubro. O temporal, que atingiu a cidade às 20h30min, arrancou mais de 50 árvores e 40% da cidade ficou sem energia elétrica. O fornecimento foi normalizado.

Fonte: Rádio Guaíba

O concurso 1.989 da Mega-Sena, sorteado neste sábado, acumulou. Com isso, o prêmio estimado para o próximo, que corre nesta quarta-feira (22), sobe de R$ 33 milhões para aproximadamente R$ 50 milhões. A aposta mínima na Mega-Sena custa R$ 3,50 e pode ser feita até as 19h da data do sorteio (horário de Brasília) nas mais de 13 mil casas lotéricas do Brasil.

O valor arrecadado com o concurso da Mega-Sena não é totalmente revertido em prêmio para o ganhador. Parte do montante é repassada ao governo federal para investimentos nas áreas de saúde, educação, segurança, cultura e esporte.

Além disso, há despesas de custeio do concurso, Imposto de Renda e outros, que fazem com que o prêmio bruto corresponda a 46% da arrecadação.

Não havendo acertador em qualquer faixa, o valor acumula para o concurso seguinte, na respectiva faixa de premiação.

Os prêmios prescrevem 90 dias após a data do sorteio. Depois desse prazo, os valores são repassados ao Tesouro Nacional para aplicação no Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES).

Fonte: CP

Permanecem foragidos 16 dos 26 apenados que fugiram em massa do Presídio Regional de Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo, na última sexta-feira (17). O grupo escapou após serrar a tela de proteção de uma das celas da galeria B da cadeia. Depois, os presos escalaram e saíram pela lateral do prédio, que ainda não conta com muro.

Havia pelo menos um veículo aguardando parte dos detentos do lado de fora da cadeia. Testemunhas informaram que cerca de 30 disparos foram efetuados na região do presídio logo após a fuga, mas ninguém ficou ferido.

Dez detentos foram recapturados ainda na sexta-feira e levados para a Delegacia de Polícia de Pronto-Atendimento (DPPA) para o registro de fuga e, depois, reconduzido à casa prisional. Entre os fugitivos estão suspeitos de assalto, furtos, tráfico de drogas, participação em assassinato de um taxista e latrocínio.

A polícia adverte que a população deve seguir atenta e entrar em contato pelo telefone 190 caso perceba qualquer movimentação estranha.

Fonte: CP

A população brasileira deve ficar cada vez mais idosa. Segundo dados do IBGE, até 2060 teremos mais pessoas se aposentando do que economicamente ativas. Em 2004, 9,7% da população tinham 60 anos ou mais. Em 2014, essa conta fechava em 13,7%. A projeção para 2060 é de 33,7% da população com mais de 60 anos.

Em 2004, a cada 100 trabalhadores economicamente ativos, a proporção era de 43 jovens para quinze idosos. Dez anos depois, o número de jovens caiu para 33 e o de aposentados subiu para 21. Em 2060, o número de idosos deve ultrapassar o de trabalhadores ativos – 24 jovens para 63 aposentados.

O pesquisador do Centro de Crescimento Econômico do Instituto Brasileiro de Economia da FGV, Fernando de Holanda Filho, explica que em países como França, Estados Unidos e Inglaterra o envelhecimento populacional demorou anos para acontecer. “O envelhecimento da população brasileira vai ser muito rápido e muito profundo. Assumindo que existe uma proporção entre os benefícios de aposentadoria e o percentual da população e a quantidade de pessoas acima de 65 anos, isso torna tal sistema insustentável. Então, a introdução de uma idade mínima é fundamental.” Para ele, o sistema previdenciário pode entrar em colapso, já que ainda não há uma idade mínima definida para aposentadoria.

A expectativa é de que até dezembro, o Congresso discuta uma proposta sobre reforma no sistema previdenciário. Com a pressão para que a matéria seja votada ainda neste ano, o texto deve ser reduzido. A idade mínima para aposentadoria de 62 anos para as mulheres e 65 para os homens é um dos itens que deve permanecer no texto.

O governo argentino continua neste sábado as buscas pelo submarino militar San Juan, com 44 tripulantes, que desapareceu dos radares na última quarta-feira (15). O porta-voz da Armada Argentina, Enrique Balbi, informou que “não descarta nenhuma hipótese”, mas acredita que o submarino “esteja em superfície”.

A busca pelo submarino está sendo feita pela água e com ajuda de aviões e, segundo Balbi, metade de área de operação já foi rastreada. Entre os equipamentos utilizadas na busca, há um avião P-3 da Agência Espacial Norte-Americana (Nasa), que sobrevoou a área do Golfo San Jorge, próximo à Península de Valdez, de onde o submarino enviou sua última localização.

De acordo com o Ministério das Relações Exteriores e Culto da Argentina, “os governos do Chile, dos Estados Unidos e do Reino Unido ofereceram apoio logístico e intercâmbio de informações nesta busca humanitária”

Pelo Twitter, o presidente da Argentina, Maurício Macri, manifestou o compromisso de utilizar todos os recursos nacionais e internacionais para encontrar o submarino ARA San Juan o mais rápido possível” e disse estar em contato com as famílias da tripulação do submarino “para informá-los e apoiá-los”.

Mensagem do papa

O papa Francisco, que é argentino, disse estar em “oração fervorosa” pelos 44 tripulantes do submarino San Juan. Em mensagem enviada neste sábado a autoridades religiosas argentinas, Francisco manifestou solidariedade às famílias dos marinheiros e às autoridades civis e militares do país “nestes momentos difíceis”.

Na mensagem, enviada pelo cardeal secretário de Estado do Vaticano, Pietro Parolin, o papa ainda incentiva os esforços para encontrar o submarino e recomenda às autoridades que mantenham a “esperança cristã” nesta situação.

Última etapa de um ambicioso projeto do governo do Uruguai para regular o uso recreativo da maconha, a venda do produto nas farmácias encontra obstáculos para se manter. Grande parte dos estabelecimentos habilitados à venda pediu o descredenciamento ao Instituto de Regulación y Control del Cannabis (Ircca) depois que bancos apresentaram restrições às empresas que comercializassem o produto.

 

Enquanto o governo uruguaio busca uma solução legal para o impasse, as outras duas vias de consumo previstas na lei que regulou a maconha, o autocultivo e os clubes canábicos, seguem ganhando adeptos. Ao mesmo tempo, a lei sancionada em 2013 pelo então presidente José Mujica é questionada no parlamento uruguaio.

 

• Autocultivo de maconha no Uruguai é opção para usuários

 

Em Artigas, município mais populoso do extremo-norte uruguaio, e que faz divisa com a cidade gaúcha de Quaraí, a única farmácia que foi autorizada a comercializar a maconha suspendeu as vendas em setembro. Localizada na região central da cidade, a poucos minutos da Ponte Internacional da Concórdia, o pequeno estabelecimento recebeu os novos clientes durante pouco mais de um mês. De início, o casal de proprietários Luis Carlos Xavier e Kelsey Irache se mostrou reticente com a lei que previa a regulação da maconha. “Tínhamos a cabeça ‘feita’, estigmatizávamos o consumidor”, afirma ele.

 

Suave, mas não duvidosa

 

Se por um lado os consumidores consideravam que a maconha vendida na farmácia era mais “suave”, por outro, sabiam que sua procedência não era duvidosa. “Muita gente nos agradeceu o fato de não ter de recorrer às ‘bocas’ de venda”, comenta Luis Carlos. O perfil do público, diferente daquele imaginado inicialmente, surpreendeu os proprietários. Entre eles estavam desde jovens (maiores de idade) acompanhados dos pais até idosos na faixa dos 80 anos. “O período foi bom porque nos permitiu abrir a cabeça, ao ver que as pessoas que consumiam não eram aquelas que estavam sendo estigmatizadas”, acrescenta o comerciante.

 

• Regulação do uso de maconha no Uruguai não é pacífica

 

Todos os adquirentes estão cadastrados no Ircca e eram identificados, na farmácia, por um sistema que reconhece a impressão digital do usuário, mecanismo que, no começo, provocou a desconfiança de muitos consumidores. As vendas ocorrem somente com dinheiro e cada pessoa pode adquirir até 40 gramas por mês. O casal não descarta retomar a venda da maconha no futuro, mas lamenta a atitude do governo uruguaio em relação ao caso.

 

Lei criada durante mandado de Mujica 

 

A lei foi criada durante o mandato de José “Pepe” Mujica (2010-2015), mas a venda nas farmácias teve início na gestão Tabaré Vázquez, que em 2015 assumiu a presidência pela segunda vez. Embora ambos sejam do mesmo partido, o esquerdista Frente Ampla, há quem veja uma mudança de postura do governo com relação à maconha. “Ninguém saiu a defender o propósito da lei”, queixa-se Xavier, sobre o imbróglio com os bancos. “Não houve vontade política. A lei enfocava o combate ao narcotráfico, mas também havia o componente da saúde pública, e o governo não defendeu isso”, resume.

 

Os entraves encontrados pelas farmácias contrastam com a euforia percebida nos primeiros dias de venda do produto, em julho deste ano. Em Montevidéu, usuários cadastrados esgotaram o estoque de quatro farmácias durante o primeiro dia de comercialização. Alguns destes estabelecimentos registraram longas filas na porta de entrada antes de a venda ser iniciada. As duas variedades colocadas no mercado pelo governo uruguaio, chamadas de Alfa I e Beta I, contam com uma porcentagem de 2% de tetrahidrocanabinol (THC), componente psicoativo da planta. Em cada embalagem, de cinco gramas do produto, há recomendações ao usuário.

 

Problemas com setor bancário 

 

A venda nas farmácias começou a enfrentar problemas em meados de agosto deste ano, quando o setor bancário informou que não iria trabalhar com estabelecimentos que estivessem relacionados à produção e à venda de maconha. Uma das alternativas discutidas pelas farmácias, à época, foi a abertura de contas em cooperativas de poupança e crédito ou em redes de cobranças de contas, porém a iniciativa não evoluiu.

 

Além dos bancos internacionais, o estatal Banco República somou-se à restrição. A postura é justificada pelo fato de a maconha ser criminalizada internacionalmente, de modo que as normas financeiras de outros países impedem a relação e o recebimento de dinheiro proveniente da sua venda. Hoje, 12 farmácias estão habilitadas a realizar a venda, segundo o Ircca, sendo que cinco delas estão localizada em Montevidéu. Em julho, eram 16 estabelecimentos registrados e havia a expectativa de que o número se ampliasse.

 

O ex-presidente e hoje senador José Mujica chegou a declarar que as autoridades econômicas do atual governo deveriam renunciar se não encontrarem uma solução para o problema. Foi durante o governo de Mujica que o Uruguai publicou a lei 19.172 de dezembro de 2013, que legalizou a produção, distribuição e venda da maconha no pequeno país de 3 milhões de habitantes, por meio de três modalidades excludentes entre si. Ou seja, não é permitido ter acesso à substância por mais de uma via.

Fonte: CP

 

A taxa composta de subutilização da força de trabalho passou de 23,8% no segundo trimestre de 2017 para 23,9% no terceiro trimestre, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) trimestral, divulgados nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado equivale a dizer que faltava trabalho para 26,8 milhões de pessoas no País no terceiro trimestre. No segundo trimestre, eram 26,3 milhões nessa condição. No terceiro trimestre do ano passado, a taxa de subutilização da força de trabalho estava em 21,2%.

O indicador inclui a taxa de desocupação, a taxa de subocupação por insuficiência de horas e a taxa da força de trabalho potencial, pessoas que não estão em busca de emprego, mas estariam disponíveis para trabalhar. A taxa combinada de subocupação por insuficiência de horas trabalhadas e desocupação foi de 18,5% no terceiro trimestre de 2017. No trimestre imediatamente anterior, o indicador tinha ficado em 18,6%.

O indicador inclui as pessoas ocupadas com uma jornada inferior a 40 horas semanais que gostariam de trabalhar por um período maior, somadas às pessoas desocupadas. Já a taxa combinada da desocupação e da força de trabalho potencial foi de 18,3% no terceiro trimestre de 2017, abaixo dos 18,5% registrados no segundo trimestre do ano anterior.

Fonte:CP

Inflação de alimentos fez diferença na população baixa renda

 

No período entre julho de 2006 e setembro de 2017, a inflação foi mais pesada para a população de renda mais baixa. Dados analisados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e publicados na nota técnica sobre Inflação por Faixa de Renda indicam que, no período, enquanto a inflação ficou em 102% para quem tem renda mais baixa, registrou 86% para os de renda mais alta. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira pelo órgão, durante uma coletiva na sede, no centro do Rio.

 

A técnica de planejamento e pesquisa da Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea, Maria Andréia Parente Lameira, destacou que, neste período, houve uma influência grande dos alimentos. “Neste tempo de 10, 11 anos, mesmo tendo uma queda recente [no preço] de alimentos, a gente teve pelo menos dois choques fortes de alimentos, que jogaram a inflação lá para cima, e isso, de fato, pesou muito mais nas famílias de renda mais baixa”, disse.

 

A inflação de alimentos pesou mais no bolso do pobre do que na faixa de renda mais alta, conforme estudo do Ipea. Mas, no processo de desinflação recente, a análise apontou que, apesar de generalizado, as famílias de menor poder aquisitivo foram beneficiadas de forma mais intensa. Em outubro, a inflação acumulada em 12 meses dessas famílias teve alta de 2%, enquanto que, para o segmento da população mais rica, ficou em 3,5%.

 

O percentual das famílias de renda mais baixa também foi influenciado pelos alimentos, mas dessa vez pelo recuo dos preços. Nessa faixa, o peso na cesta de consumo é de 29%, bem maior do que o que incide na faixa mais alta, que é de 10%. Para o segmento econômico mais alto, o peso maior ocorreu em outros segmentos que apresentam variações mais altas e maior rigidez à baixa, como mensalidades escolares e planos de saúde, que impedem uma queda mais acentuada na inflação do grupo.

 

Segundo a pesquisadora, nos planos de saúde e em serviços médicos, os mais pobres gastam aproximadamente 1,5%, já para os mais ricos, a despesa sobe para quase 7%. Em educação, a diferença é ainda maior. Enquanto os mais pobres gastam 2%, os mais ricos, 10%. “Isso quer dizer que, quando tem uma alta muito elevada em mensalidade escolar, isso vai bater muito forte na inflação dos mais ricos, mas, em compensação, praticamente não vai influenciar a dos mais pobres”, explicou.

 

Ainda de acordo com a economista, quando ocorre um choque na oferta dos alimentos, o que faz com que os preços subam, o impacto nas famílias mais pobres é muito maior do que as mais ricas. “Essa diferença na composição dos gastos das famílias é que vai ditar o porquê de a inflação ser diferente nessas classes”, afirmou.

 

 

A avaliação indicou ainda que, para os próximos meses, diante da expectativa de aceleração nos preços dos alimentos, é provável que a inflação das classes de renda mais baixa volte a apresentar taxas mais elevadas. Maria Andréia lembrou que, em outubro, houve uma aceleração generalizada da inflação conforme o IPCA. “Isso mostra que a dinâmica pode mudar mês a mês, dependendo de como as variações vão mudando. De repente, o que está aumentando mais em um mês vai impactar menos uma faixa do que a outra”, completou.

 

Fonte:CP