O secretário da Saúde, Francisco Paz, esteve em Santa Maria, nesta segunda-feira (22)  para apresentar uma avaliação dos primeiros 100 dias de funcionamento do Hospital Regional. A visita foi acompanhada pelo superintendente do Instituto de Cardiologia, Rogério Pires. 

Desde a abertura do hospital, no início de julho, foram mais de 600 pacientes atendidos e mais de 4 mil atendimentos completados pelo ambulatório de doenças crônicas, voltado à atenção básica, que atende pacientes com diabetes ou hipertensão de 31 municípios da região. 

Paz classificou este primeiro momento do Hospital Regional como um “sucesso na atuação” e “com muito a comemorar”, ressaltando o entusiasmo que os pacientes apresentam ao serem atendidos na instituição. “Esta é nossa intenção: transformar o hospital em um padrão de referência regional e estadual”, explicou o secretário.
 

“Estamos estabelecendo fluxos de atendimento e programas organizacionais padrão onde todos os processos de trabalho são catalogados e organizados pela equipe do Instituto de Cardiologia”, completou. Foi instalada no local rede de internet com fibra ótica, que vai permitir a ligação de todo o fluxo de informação do Regional com a unidade central do Instituto de Cardiologia, facilitando questões de laudos de exames, avaliações e telemedicina. 

Os aparelhos de imagem, como os de raio-x, tomografia computadorizada e ecografia estão sendo instalados, assim como um ambulatório de oftalmologia, que está com a aparelhagem pronta e sendo contratado mais um médico especialista nessa área. 

A expectativa é de que até o final de 2019, o hospital esteja com todas as suas unidades desenvolvidas, com um novo ambulatório e uma unidade de internação. “Acredito que em breve a capacidade de atendimento estará aperfeiçoada. Assim que conseguirmos vencer essas etapas físicas, poderemos vencer as etapas contratuais para o investimento em novas unidades”, finalizou o secretário Paz.

Nesta segunda-feira, entrou em vigor a Lei Estadual, que institui a Política Estadual de Desenvolvimento Sustentável da Pesca, construída por pescadores artesanais e armadores de pesca com o apoio da ONG Oceana. Com ela, o Rio Grande do Sul passa a ter uma legislação para coibir práticas danosas de pesca, proteger ecossistemas marinhos, permitir o aumento da produtividade e garantir o futuro da pesca.

“Com a lei em vigor, o desafio é sua implementação e fiscalização, o compromisso do governo, a pressão da sociedade do e o empenho setor pesqueiro serão fundamentais neste processo”, afirma o diretor geral da Oceana no Brasil, o oceanógrafo, Ademilson Zamboni.

O setor pesqueiro acredita que com a vigência da lei a pesca no Rio Grande do Sul, que já foi um dos mais importantes no eixo da pesca nacional, vai melhorar. Segundo os presidentes das colônias de pesca do estado, o setor enfrenta um colapso: as práticas danosas de pesca causaram a redução de diversas espécies e mais de 90% das indústrias de pescado do estado fecharam as portas nos últimos 30 anos.

No início de outubro, o Grupo de Trabalho que propôs a legislação, se reuniu na cidade de Rio Grande para discutir a construção participativa do decreto que regulamenta a lei. Durante a reunião, que contou com a participação das principais entidades da agenda de pesca do estado e do país, também foram definidas ações e a matriz de responsabilidades para a implementação e fiscalização da lei.

“Esse marco legal abre espaço para que outras políticas públicas sejam debatidas, apresentadas e aprovadas em outros estados, assim como no âmbito federal para promoção da pesca sustentável” completa Zamboni.

Familiares de Eduarda Herrera, de nove anos, reconheceram o corpo encontrado na manhã desta segunda-feira, no Rio Gravataí, às margens da ERS 118, como sendo da menina. Após o reconhecimento, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado para prestar atendimento à família, que está em choque.

O corpo foi localizado pela Brigada Militar (BM) de Alvorada, que acionou a Polícia Civil e o Instituto Geral de Perícias (IGP). Em seguida, a família de Eduarda foi ao local para identificar o corpo.

A criança sumiu na noite de ontem, quando brincava com amigos na rua, no bairro Rubem Berta, zona Norte de Porto Alegre. Conforme familiares, a rua em que a menina andava de roller estava sem energia elétrica. A mãe dela voltou à casa onde moram para verificar se a luz tinha retornado. Foi neste momento que Eduarda sumiu. “Simplesmente um cara parou e levou ela. Um cara tarado roubou minha filha”, lamentou a mãe da criança.

Imagens de câmeras de monitoramento de uma casa mostraram a menina brincando quando um carro suspeito surge. O motorista chega a parar, depois segue na via e faz um retorno. Vizinhos informaram que viram o veículo, de cor vermelha, passando minutos antes.

Após o crime, um carro vermelho foi localizado no bairro São Sebastião, distante cerca de 5 km do local onde Eduarda sumiu. Segundo a polícia, o veículo foi roubado, mas ainda não foi possível confirmar se o carro é o mesmo que teria levado a menina. Dentro do veículo foram localizadas cordas.

Fonte: Rádio Guaíba

O presidente do IPE Saúde, João Gabbardo, convidou 79 prefeitos para assinar, na próxima quarta-feira (24), às 14h30, o termo aditivo aos contratos com redução de alíquota de contribuição. Os municípios têm contrato com o IPE para assistência à saúde dos seus servidores.

De acordo com Gabbardo, a medida reflete o cuidado dos beneficiários com o plano e a relação de confiança com os gestores municipais. "O IPE Saúde é um dos maiores planos do Brasil. No estado, assiste mais de um milhão de pessoas. Atitudes como essa, de reduzir alíquota, baseado em cálculos atuariais de sinistralidade, é uma consequência do uso racional da assistência", comentou.

A possibilidade de redução de alíquota de contribuição deve contribuir para que mais prefeituras firmem contrato com o IPE Saúde, atendendo também às solicitações de muitos servidores municipais.

Os municípios beneficiados:

Nova Boa Vista
São José do Ouro
Herval
Arroio Grande
Boa Vista do Cadeado
Bom Progresso
Capitão
Cristal
São Valério do Sul
Travesseiro
Vanini
Vila Maria
São Martinho
Tiradentes do Sul
Santiago
Novo Barreiro
Capão do Leão
Amaral Ferrador
Nova Ramada
Santa Tereza
Jari
São Jerônimo
Tio Hugo
Caseiros
Palmeira das Missões
Tucunduva
Ajuricaba
Canela
Capivari do Sul
Crissiumal
Júlio de Castilhos
Lajeado do Bugre

Protásio Alves
Santo Antônio da Patrulha
Santo Expedito do Sul
São Pedro das Missões

Cerro Largo
Ibirubá
Roca Sales
Santo Augusto

Guarani das Missões
Estrela
Quarai
Alto Alegre
Rosário do Sul
Nonoai
Ciriaco
São José do Norte
Sede Nova
Barra do Ribeiro
Panambi
Água Santa
Arroio do Meio
Augusto Pestana
Encruzilhada do Sul
Estação
Lajeado
Maquiné
Mato Queimado
Mormaço
Pouso Novo
Rio dos Índios
Sério
Tavares
Sananduva
Dom Pedrito
São Luiz Gonzaga
Fontoura Xavier
Mariana Pimentel
Viamão
Tapejara
Soledade
Sertão
São Miguel das Missões
Guaíba
Barros Cassal
Putinga
Pinheiro Machado
Linha Nova

Em reunião do Conselho Técnico Operacional de Sanidade Suína do Fundesa, realizada na manhã desta quinta-feira em Porto Alegre, foi definida a retomada das atividades do Comitê Estadual de Sanidade Suína. O grupo foi criado em 1997 e estava parado há algum tempo. A reativação do comitê foi demanda levantada durante auditoria do Ministério da Agricultura realizada no final do ano passado. Entre as atribuições do grupo estão auxiliar na divulgação de campanhas de educação sanitária, acompanhar o desenvolvimento de atividades técnicas e contribuir para a elaboração e implementação de programas de sanidade.

O professor David Barcellos, da Faculdade de Veterinária do Rio Grande do Sul foi eleito coordenador do Comitê. Já a auditora fiscal federal agropecuária Rafaela Coqueiro de Sá, do Mapa, a vice-coordenadora e a coordenadora do Programa de Sanidade Suídea da Secretaria da Agricultura, Juliane Webster Galvani, será a secretária geral. A primeira reunião do comitê deve ser realizada nos próximos dias.

Para Barcellos, um dos principais assuntos a ser debatido é a ocorrência de enfermidades como Síndrome Respiratória Reprodutiva Suína (PRRS) e Diarreia Suína Epidêmica (PED). As duas doenças ainda não foram registradas no Brasil, “mas estão aqui do lado, no Uruguai”, alertou o coordenador. Segundo ele, a PRRS tem potencial para causar prejuízo de quase R$ 1 bilhão por ano no Brasil, diante do tamanho da suinocultura brasileira. “Trabalhar com conscientização do produtor, para que encare medidas de biosseguridade com muita responsabilidade é fundamental para evitar a entrada das doenças, bem com como ter planos de emergência fortemente consolidados para uma atuação rápida do Serviço Veterinário Oficial”, completa.

O presidente do Fundesa, Rogério Kerber, afirma que o Conselho Técnico Operacional da Suinocultura (CTOS) vem trabalhando constantemente na divulgação de medidas de biosseguridade. “Temos, o comitê e o CTOS, que continuar na prevenção e no fortalecimento das estruturas de controle do Serviço Veterinário Oficial, com orientações claras pra o enfrentamento de uma eventual ocorrência das doenças”.

De olho nos dejetos

Com a ocorrência e disseminação da Peste Suína Africana em vários países, o Serviço Veterinário Oficial no Rio Grande do Sul está trabalhando para manter o estado livre da doença. O último caso registrado no país, no final dos anos 1970, aconteceu pelo consumo – pelos suínos – de restos de alimentos de voos provenientes de áreas contaminadas. Por isso, o Ministério da Agricultura está verificando se o descarte destes alimentos está sendo feito da forma correta e se os produtos estão recebendo um tratamento prévio. Já a Secretaria da Agricultura emitiu esta semana uma Ordem de Serviço para que mais de 400 aterros e lixões sejam verificados para a detecção da presença de animais se alimentando. Em caso positivo, existem medidas a serem tomadas, como o imediato recolhimento dos animais e destinação para o abate sanitário.

Fonte: CP

O Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul (Cremers) vai abrir sindicância sobre o caso da morte do bebê Miguel de Oliveira no Hospital Centenário, em São Leopoldo. O delegado regional interino do órgão, Carlos Arpini, afirmou nessa quinta-feira, durante entrevista coletiva, que independentemente de não haver participação de um médico no ato, vai abrir a sindicância, juntamente com a Polícia Civil e a Comissão de Ética do Centenário. O menino morreu no último domingo, com sete dias, após ter recebido leite na veia em razão de suposto erro.

Segundo Arpini, uma das médicas que estava de plantão no dia e trabalha há 25 anos na casa de saúde foi afastada, mas o Cremers pede a reversão desse quadro. “A médica foi avisada 1h20min após o erro ter sido cometido e percebido por uma profissional que estava trabalhando havia 10 dias no Centenário e já estava em um dos setores mais críticos do hospital que é a UTI Neonatal”, disse.

Com o atestado de óbito do bebê em mãos, ele lamentou o fato em nome do Conselho e destacou que a morte foi ocasionada devido a uma quantidade de 35 mililitros de leite administrada no acesso venal, e não nasal do bebê. “São acessos completamente diferentes, um no nariz da criança e o outro no braço”, salientou. O leite teria sido administrado por uma técnica em Enfermagem.

A Polícia Civil investiga se houve negligência no caso e aguarda a conclusão do laudo da perícia para finalizar o inquérito. O hospital instaurou sindicância e afastou a equipe que estava de plantão na UTI Neonatal atendendo a criança. Em nota, a direção do Centenário afirmou que não tem conhecimento sobre a ação que o Cremers anunciou, não tendo sido notificada. A instituição se diz aberta ao diálogo e ao acompanhamento dos Conselhos das categorias às ações que já está executando em relação ao caso.

Familiares protestam

Na quarta-feira, familiares protestaram em frente à casa de saúde. Segundo a mãe, Joceli Alves de Oliveira, mais ações estão programadas. “Queremos que o caso dele não seja esquecido e, por isso, vamos fazer uma caminhada no sábado’, diz ela, que também deu à luz uma menina. Os gêmeos nasceram prematuros, mas Miguel ficou internado por mais tempo para ganhar peso.

Fonte: CP

 

Os novos controladores eletrônicos de velocidade que serão instalados nas rodovias federais gaúchas não serão apenas responsáveis pelo registro das infrações cometidas pelos condutores. Metade deles terá um sistema que detectará placas dos carros, caminhões e motocicletas – mesmo aqueles que não estiverem acima da velocidade permitida –, de acordo com o previsto no processo licitatório do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).

A instalação dos controladores será feita pela Fotosensores Tecnologia Eletrônica, do Ceará. A empresa recebeu a ordem de início do Dnit em setembro. Eles estão localizados na BR 448, em Porto Alegre; BR 116, no município de Caxias do Sul; na BR 285, em Passo Fundo, e na BR 158 e 293, em Santana do Livramento. O contrato, que engloba 200 equipamentos, terá duração de cinco anos.

A vencedora do certame fica responsável pela execução dos serviços de disponibilização, instalação, operação e manutenção dos equipamentos eletrônicos de controle de tráfego nas rodovias federais. São 293 faixas no lote de número 2 e outras 239 no de número 3. O valor investido é de R$ 92.329.684,77, no primeiro, e R$ 77.858.711,39, no segundo. Procurado, o Dnit não informou a previsão de início do funcionamento dos aparelhos que começaram a ser instalados.

A Polícia Civil de São Leopoldo vai apurar as circunstâncias em que aconteceu a morte de um bebê de sete dias dentro do Hospital Centenário. A criança, que nasceu prematura em no dia 7 de outubro, morreu na madrugada deste domingo (14) e era gêmeo de uma menina, precisou ser internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal da casa de saúde. A família alega que houve negligência, pelo cometimento de um erro, ao ser injetado leite na veia do garoto. O caso foi registrado na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento.

O Hospital Centenário informou, por meio de sua assessoria, que a direção "lamenta profundamente o falecimento do recém-nascido e expressa seu pesar e solidariedade à família". Em nota, a instituição informou que ordenou o registro de ocorrência policial, para o esclarecimento dos fatos. A equipe de profissionais que estavam de plantão na UTI Neonatal no turno em que teve início a alteração do quadro clínico do recém-nascido foi afastada. "A medida do afastamento visa assegurar a efetiva apuração dos fatos, até o resultado da sindicância investigatória instituída pelo hospital."

Fonte: CP

Começa nesta segunda-feira o prazo para inscrições no vestibular da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs). Os interessados deverão realizar inscrição pelo site www.vestibular.ufrgs.br até as 23h59min do dia 12 de novembro. As provas serão aplicadas entre os dias 6 e 9 de janeiro de 2019, nas cidades de Porto Alegre, Bento Gonçalves, Imbé e Tramandaí.

São oferecidas 4.017 vagas – mesmo número do ano passado – distribuídas em 90 cursos de graduação. Este número representa 70% do quantitativo oferecido para 2019. Os outros 30% serão preenchidos via Sistema de Seleção Unificada (SiSu). A Ufrgs reserva metade das vagas de todos os cursos para egressos do Sistema Público de Ensino Médio, conforme as cotas estabelecidas no Programa de Ações Afirmativas.

O valor da inscrição é R$ 125, com pagamento de boleto efetuado até o dia 13 de novembro. Os candidatos que solicitarem isenção ou desconto de 50% também devem se inscrever normalmente. São disponibilizados computadores para realização das inscrições na COPERSE, Rua Ramiro Barcelos, 2574 – Portão K – Bairro Santa Cecília, Porto Alegre, de segunda a sexta-feira (exceto feriados), das 9h às 17h.

Provas

As provas comuns a todos os candidatos serão aplicadas entre os dias 6 e 9 de janeiro de 2019, sempre às 8h30min. No dia 6, serão aplicadas as provas de Física, Literatura de Língua Portuguesa e Língua Estrangeira Moderna; no dia 7, Língua Portuguesa e Redação; no dia 8, Biologia, Química e Geografia; no dia 9, História e Matemática. Em todos os dias a duração será de 4 horas e 30 minutos. O conteúdo programático estará disponível no Manual do Candidato, que será divulgado a partir do dia 15 de outubro no site da COPERSE.

Os candidatos aos cursos de Artes Visuais, Música e Teatro devem, ainda, prestar provas de Habilitação Específica, que serão realizadas entre 25 e 29 de novembro. A data, o horário e o local das provas específicas serão confirmados individualmente por meio do Portal do Candidato. Inscrições, modalidades de ingresso, cursos, vagas e todas as informações sobre o Vestibular estão disponíveis no edital, que deve ser lido com atenção pelos candidatos.

Fonte: CP

O Rio Grande do Sul teve mais um feriadão violento no trânsito. Entre quinta e domingo, 13 pessoas morreram em acidentes em rodovias federais e estaduais. O número é maior que o do feriado do 20 de Setembro – quando houve dez mortes – e menor que o feriado da Independência – quando 23 pessoas morreram no trânsito.

Segundo o Comando Rodoviário da Brigada Militar, nas estradas estaduais, foram registrados 28 acidentes. Ao todo, oito pessoas morreram e 22 ficaram feridas. O que chamou a atenção dos policiais foram dois acidentes que aconteceram na madrugada de sexta-feira, na ERS 324, em Casca, a apenas quatro quilômetros de diferença.

O primeiro acidente foi uma colisão frontal entre um Gol e um caminhão, que matou a passageira do carro. E o segundo foi atropelamento coletivo. Um Fiat Strada atingiu quatro pessoas, sendo que duas morreram.

Já a Polícia Rodoviária Federal (PRF) atendeu 45 acidentes em rodovias federais gaúchas. As colisões causaram a morte de cinco pessoas e deixaram 50 feridas. O acidente mais grave ocorreu na BR 158, em Boa Vista das Missões, onde quatro pessoas da mesma família morreram após um Jeep Renegade colidir contra uma árvore. As vítimas voltavam de um casamento.

Durante o feriadão, 3.062 multas foram aplicadas. Os policiais rodoviários fiscalizaram ainda 3.372 veículos, sendo que 99 foram recolhidos ao depósito por irregularidades em documentação ou equipamentos de segurança. Além disso, 81 motoristas tiveram suas CNHs recolhidas por motivos diversos como embriaguez ou estarem vencidas ou suspensas.

Fonte: CP