A Islândia é uma pequena ilha de 103 mil metros quadrados e 335 mil habitantes a Noroeste da Escandinávia, que já foi considerado o terceiro país mais desenvolvido do mundo pela Unesco, em 2013, e que tem economia movida pela pesca e pelo processamento de alumínio. Além disso, a crise bancárias de 2008, as atividades sísmicas, Björk e mais recentemente a classificação da seleção de futebol à Copa da Rússia deram uma maior notoriedade mundial à Islândia (Terra do Gelo em islandês). A sua literatura, porém, é muito pouco conhecida no Hemisfério Sul.

 

O mais famoso autor islandês é vencedor do prêmio Nobel de Literatura em 1955, Halldór Laxness (1902-1998). Em 2002, chegava à ilha após abandonar o curso de Letras/Alemão da Ufrgs, o gaúcho de Viamão Luciano Dutra. “Numa viagem aos EUA, eu estava traduzindo os sonetos completos do Jorge Luis Borges e apareceram as sagas islandesas. Decidi conhecer o país para aprofundar meus estudos da língua e literatura. Tinha interesse em Halldór Laxness e em textos bíblicos e das sagas islandesas”, diz. Desde então, Luciano, já traduziu dezenas de escritores islandeses para português e espanhol, inclusive Einar Már Gudmundsson, que lançou “Anjos do Universo” (1995), vencedor do Prêmio Nórdico de Literatura.

 

A obra foi lançada no Brasil pela editora Hedra e terá mesa no próximo sábado, às 18h, no Centro Cultural CEEE Erico Verissimo (Andradas, 1223), pela 63ª Feira do Livro da Capital, seguida de autógrafos. A obra trata da esquizofrenia do personagem Páll, mas traça um painel da Islândia e principalmente da capital Reykjavík desde a independência do país no final dos anos 1940.

Fonte: CP

Espetáculo Alma Única chega a Santa Maria

Quinta, 05 Outubro 2017 17:03

No dia 11 de outubro, Santa Maria recebe o espetáculo Alma Única, no

Centro de Convenções da UFSM, às 20h, com entrada franca.

 

                Já em seu terceiro ano de realização, o espetáculo cênico-musical Alma Única realiza circulação por cidades do interior gaúcho entre outubro e dezembro. Em Santa Maria, o público poderá conferir a apresentação no dia 11 de outubro, às 20h, com entrada franca, no Centro de Convenções da UFSM (Av. Roraima, 1000 - Camobi). Além disso, das 15h às 17h, haverá workshops gratuitos de canto, violão e flauta.

 O espetáculo evoca o caráter expressivo e artístico da música e da dança, em sons, palavras e gestos, apresentando repertório clássico e popular, do erudito europeu ao tango de Piazzolla, visitando o colorido da nossa música brasileira com Pixinguinha e Villa-Lobos. Entrelaçando música de câmara e balé, Alma Única reúne destacados artistas, com atuação nacional e internacional: Rosimari Oliveira (soprano), João Batista Sartor (flauta transversal), Marcos Kröning Corrêa (violão), Leandro Petry Cardona (harpa) e Débora Brandt Alencastro (bailarina). Alexandre Silveira assina a direção cênica e iluminação.    

A montagem do espetáculo surgiu do desejo dos artistas em harmonizar a sinergia artística que envolve a dança, o canto e a música de câmara, levando para o ambiente dos teatros e salas de concerto a possibilidade de uma apresentação intimista e poética, com a intensidade de um grande espetáculo.

O projeto Alma Única é realizado pelo Ministério da Cultura, por meio da Lei  Rouanet, com patrocínio do Grupo Bremil, e coordenação de Therezinha Petry Cardona.

 

ESPETÁCULO ALMA ÚNICA

Data: 11 de Outubro, quarta-feira

Local: Centro de Convenções da UFSM

Endereço: Av. Roraima, 1000 - Camobi, Santa Maria

Horário: 20h

ENTRADA FRANCA (por ordem de chegada)

Capacidade​ ​de​ ​público:​ ​1201 pessoas

Classificação​ ​indicativa:​ ​livre​ ​para​ ​todos​ ​os​ ​públicos

 

WORKSHOPS

Data: 11 de outubro, quarta-feira, das 15h às 17h

Local: Universidade Federal de Santa Maria (Av. Roraima, 1000 - Camobi)

Canto: Sala 130, prédio 40

Flauta: Sala 301, prédio 40B  

Violão: Sala 1302, prédio 40B

Os workshops serão gratuitos mediante inscrição no dia da atividade.

 

Informações:

Bonella Produções

(51) 9 9961-6272

 

O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Vladimir Brichta vive Augusto na trama que mescla humor e comoção

 

O título brasileiro "Bingo - O Rei das Manhãs" estreia nesta quinta-feira nos cinemas, trazendo Vladimir Brichta e Leandra Leal em dois papéis fascinantes. Dirigido por Daniel Rezende, o longa é livremente inspirado na vida de Arlindo Barreto, que ganhou fama como o Bozo nos anos 1980. Na obra dramática, mas que dosa ao mesmo tempo humor e comoção, o personagem é chamado de Bingo por conta da marca norte-americana.

 

No filme protagonizado por Brichta, o herói é Augusto, um artista que sonha com seu lugar sob os holofotes. Sua grande chance surge ao se tornar "Bingo", um palhaço apresentador de um programa infantil na televisão que vira um sucesso absoluto. Porém, uma cláusula no contrato não permite revelar quem é o homem por trás da máscara. Assim, Augusto, o Rei das Manhãs, é o anônimo mais famoso do Brasil. Já Leandra Leal vive Lúcia, uma diretora de TV durona.

 

A produção conta com ironia ácida ambientada numa roupagem pop e exagerada dos bastidores da TV nos anos 80 para mostrar a trajetória surreal de Bingo. O elenco ainda conta com a participação de Emanuelle Araújo, que interpreta Gretchen - a única personagem que manteve a real identidade; Xuxa, por exemplo, virou Lulu e os cavalinhos que apostavam corrida num brinquedo viraram galinhas. Apesar dessas mudanças, trata-se de uma obra honesta ao contar a vida e os hábitos do protagonista.

 

Confira o trailer:

 

 

 

 

Fonte:CP

 

Festival apresentará 35 espetáculos entre 12 e 24 de setembro, em diversos palcos da Capital

 

A 24ª edição do Porto Alegre em Cena já tem sua programação definida. Entre os dias 12 e 24 de setembro, o festival internacional de artes cênicas apresentará 35 espetáculos de dança, teatro e música, além de uma série de atividades paralelas e formativas. Neste ano, o evento seguirá uma linha curatorial que homenageia as mulheres, trazendo montagens encabeçadas por grandes atrizes e diretoras da cena artística e também atrações e debates sobre o gênero.

 

O novo coordenador-geral do festival é Fernando Zugno, que atua há 12 anos no projeto e foi responsável pela programação dos últimos cinco anos ao lado de Luciano Alabarse, fundador e coordenador-geral até 2016 e atual secretário de Cultura de Porto Alegre. "Esse ano estamos homenageando as mulheres. Todas elas. Para elas nos mostrarem a sua verdade através de espetáculos que vão do show performático ao teatro intimista com a percepção de que todos eles são cada vez mais importantes de serem percebidos”, explica Zugno.

 

Com a pesquisadora Esther Grossi como madrinha, o 24º Porto Alegre Em Cena terá início com uma apresentação inédita da Orquestra Villa-Lobos e da Companhia Jovem de Dança, duas referências culturais da cidade que dividirão o palco pela primeira vez no Theatro São Pedro. Em seguida, atrações nacionais e internacionais começam a desembarcar na cidade e ocupar 15 diferentes espaços culturais, incluindo a Pinacoteca Ruben Berta, a Galeria La Photo e a Fundação Iberê Camargo.

 

Na área internacional, que cresceu desde a última edição, serão quatro montagens, com destaque para a nova produção de Angélica Liddell. A multitalentosa e consagrada artista espanhola traz a Porto Alegre a densa e impactante encenação “Génesis VI: 6-7” para sua estreia na América Latina, com sessões nos dias 16 e 17 de setembro, às 20h, no Teatro do Sesi.

 

A Colômbia será representada por “Maratón de New York”, montagem para o texto do autor italiano Edoardo Erba concebida pelo grupo El Hormiguero Teatro e que estará em cartaz nos dias 13 e 14 de setembro, às 19h, na Sala Álvaro Moreyra. Já o Uruguai chegará ao Em Cena com o espetáculo de dança contemporânea “Big Bang”, de Gen Danza, em 20 e 21 de setembro, às 21h, no Teatro Renascença. Ainda haverá uma atração que virá da França: a coreografia “Tremor and More”, criação minimalista do holandês Herman Diephuis, será apresentada nos dias 15 e 16 de setembro, às 19h, no Teatro do SESC.

 

Dentre as importantes artistas brasileiras que marcarão presença no festival, Nathalia Timberg fará sua estreia nacional interpretando o compositor Chopin, no primeiro papel masculino de sua carreira. As sessões ocorrem nos dias 15 e 16 de setembro, às 21h, e dia 17, às 18h, no Theatro São Pedro. Andrea Beltrão trará seu primeiro solo, fazendo “Antígona”, de Sófocles, em 21 e 22 de setembro, às 21h, no Theatro São Pedro. Drica Moraes apresentará “Lifting – Uma Comédia Cirúrgica” nos dias 23 de setembro, às 21h, e 24, às 18h, no Theatro São Pedro. Já Grace Passô voltará ao evento com “O Líquido Tátil” (19, 20 e 21 de setembro, às 18h, na Sala Carlos Carvalho), parceria do grupo Espanca! com o diretor argentino Daniel Veronese e também assinando a dramaturgia de “Guerrilheiras ou Para a Terra não Há Desaparecidos” (18 e 19 de setembro, às 19h, na Sala Álvaro Moreyra), um retrato sobre as mulheres que lutaram e morreram durante a Guerrilha do Araguaia.

 

Também ganham destaque montagens nacionais como “Leite Derramado” (13, 14 e 15 de setembro, às 21h, no Teatro Renascença), do diretor Roberto Alvim, na primeira adaptação teatral de um romance de Chico Buarque; o monólogo “O Evangelho Segundo Jesus Rainha do Céu” (21 e 22 de setembro, às 22h, na Pinacoteca Ruben Berta), que traz Cristo no corpo de uma mulher travesti; e “O Testamento de Maria”, solo assinado por Ron Daniels e interpretado pela atriz Denise Weinberg (19 e 20 de setembro, às 20h, no Teatro Bruno Kiefer).

 

Uma das grandes novidades desta edição é a criação do projeto Música em Cena, que abrange três grandes apresentações musicais nos palcos da cidade. Os shows principais ficarão por conta de Alice Caymmi, no dia 20 de setembro, às 21h, no Theatro São Pedro, com o disco “Rainha dos Raios” (2014); do grupo paulista As Bahias e a Cozinha Mineira, formado pelas vocalistas trans Assucena Assucena e Raquel Virgínia, que sobem ao palco do Theatro São Pedro no dia 13 de setembro, às 21h; e da comédia musical “A Doce Bárbara – Maria Bethânia em Cantoria”, do ator e cantor gaúcho Antonio Carlos Falcão, que chega ao Teatro Renascença no dia 13 de setembro, às 21h.

 

Ainda voltarão à programação as “sessões malditas”, com cinco atividades, sempre à meia-noite, nas quintas, sextas e sábados, no Centro Municipal de Cultura e com entrada gratuita. Aqui, as atrações serão os shows de Valéria Huston; Arthur de Faria com as atrizes Áurea Baptista e Georgette Faddel; uma performance cênico-musical do grupo Pretagô; além duas sessões em homenagem a Caio Fernando Abreu com os espetáculos “#CabarédoCaio” e “Caio em Construção”.

 

O Centro Municipal de Cultura, aliás, terá uma nova cara para este 24º Porto Alegre em Cena. O espaço será decorado, receberá iluminação especial e terá food bikes e food trucks com comidas e bebidas para atender o público durante todo o período do evento. E além das "sessões malditas", o local abrigará atividades paralelas, formativas e também gratuitas, como mesas-redondas com artistas, diretores de festivais, nomes da cena porto-alegrense, filósofos e psicanalistas que vão trazer diferentes olhares sobre seis assuntos: o movimento trans nas artes, a importância das mulheres na cena, dramaturgia negra, performance e a beleza perdida, curadoria da programação brasileira e tragédia grega no teatro brasileira.

 

 

A programação completa, incluindo os espetáculos já divulgados do Braskem Em Cena, está disponível pelo site. A pré-venda de ingressos inicia nesta quinta-feira, com a disponibilização de entradas limitadas para as cinco atrações que terão apresentações no Theatro São Pedro: os shows de Alice Caymmi, As Bahias e a Cozinha Mineira e os espetáculos "Chopin", "Antígona"  e "Lifting". Os ingressos estarão à venda a partir das 13h na bilheteria do Theatro São Pedro e no site, com valores de R$ 80 (inteira). Conforme a organização, as informações sobre a venda geral serão divulgadas em breve.

 

Fonte:CP

Longa se torna o filme em live-action dirigido por uma mulher com a maior arrecadação da história do cinema

 

 

Mulher Maravilha, da Warner Bros., é o primeiro filme dirigido por uma mulher, a cineasta Patty Jenkins, a ter um orçamento maior que 100 milhões de dólares. Em sua estreia, no começo de junho, se tornou também, a melhor estreia para um filme com uma mulher na direção. Agora, Jenkins assegura para si e para o longa mais um recorde.

 

Neste final de semana, Mulher Maravilha atingiu, mundialmente, a marca aproximada de 652 milhões de dólares arrecadados mundialmente. Com isso, o longa se torna o filme em live-action dirigido por uma mulher com a maior arrecadação da história do cinema, superando Mamma Mia! (2008), de Phyllida Lloyd, que arrecadou 609 milhões de dólares durante toda a sua temporada em cartaz. Os números são do site especializado Box Office Mojo.

 

 

No Twitter, Patty Jenkins foi informada da notícia pela atriz Connie Nielsen, a Rainha Hippolyta do longa, que se disse orgulhosa pelo filme. "Obrigada, minha querida amiga e rainha incrível", respondeu a cineasta. "Não poderia ter conseguido sem você. Sem todas vocês. Estou honrada em ser parte disso." Apesar da vitória na categoria de filmes live-action, com atores reais, Mulher Maravilha ainda está bem atrás, em bilheteria, de uma animação dirigida por uma mulher: Frozen - Uma Aventura Congelante, da Disney, de Jennifer Lee ao lado de Chris Buck, faturou mais de um bilhão de dólares.


Fonte:CP

Após luta contra leucemia, artista morreu aos 88 anos

 

Famoso pelo papel de Batman na série de TV dos anos 60, o ator e dublador norte-americano Adam West morreu na noite dessa sexta-feira, aos 88 anos. A informação foi divulgada pelo site Hollywood Reporter.  Adam West lutava contra leucemia por anos. A série pela qual ficou famoso foi ao ar de 1966 a 1968.

 

 

Our beloved AW passed away last night. He was the greatest. We'll miss him like crazy. We know you'll miss him too - West Family

 

 

William West Anderson nasceu em 19 de setembro de 1928, em Walla Walla, Washington. Apesar de ter trabalho em mais de 60 filmes e 80 programas de TV, West atingiu a fama como Bruce Wayne. Recentemente, ele interpretava o prefeito Adam West na série animada "Uma Família da Pesada". 

 

 

Abaixo, a última publicação em sua página oficial no Facebook. Um encontro com Stephen Wozniak, um dos fundadores da Apple, na Comic Con de San Jose. 

 

 

 

 

Fonte:CP

Filme estrelado por Gal Gadot chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira

 

Ao sair de uma tenda montada no interior do estúdio da Warner Bros., nos arredores de Los Angeles, Gal Gadot topou com um grupo de jornalistas à sua espera. "Ops", disse a atriz de 32 anos, esquivando-se para os fundos do espaço para trocar as pantufas que usava nos pés por sapatos não tão confortáveis, porém mais aceitos em um ambiente razoavelmente glamouroso como de Hollywood.

 

Atriz israelense com passagem pelo exército do seu país e especialização em combate corpo a corpo, Gadot ainda não parece ter sido picada pelo bichinho responsável em transformar estrelas em ascensão em personalidades indigestas. "A única coisa que disse a Gal quando terminamos as filmagens é: 'você não precisa ser uma Mulher-Maravilha todos os dias'", contou Patty Jenkins, diretora de "Monster: Desejo Assassino" e responsável por comandar a atriz em Mulher-Maravilha - com estreia prevista para esta quinta-feira.

 

 

Este é o primeiro filme dedicado a uma das mais importantes personagens dos quadrinhos, ao lado de Batman e Superman, 76 anos depois da sua criação nas HQs. "Eu não sou inocente e me preocupo com o que ela vai ter que enfrentar. Acho ela tão maravilhosa. E vai passar por uma viagem bem esquisita", completou.

 

Gal Gadot é uma nova estrela improvável. Era uma desconhecida para o grande público até o anúncio de que interpretaria a amazona capaz de derrotar exércitos sozinha, há quatro anos - o que gerou alguma repercussão negativa por parte dos fãs. Sua escalação é fora da caixinha do que se estabeleceu em Hollywood: uma atriz estrangeira, não nascida nos Estados Unidos ou Europa. Seu inglês não é nativo e, além de funcionar para a personagem que vive em uma ilha localizada no mediterrâneo, a pronúncia às vezes escorregada na língua confere humanidade à atriz. "Chris (Pine, que interpreta o soldado norte-americano Steve Trevor) é o meu tradutor", brincou Gal, já com novos calçados nos pés, ao lado do ator.

 

Sua missão será dura. Embora Jennifer Lawrence já tenha mostrado aos executivos da indústria do entretenimento que é possível ter uma mulher forte à frente de um blockbuster com "Jogos Vorazes", a mentalidade demorou para mudar quando o assunto eram as adaptações das histórias dos super-heróis dos quadrinhos para as telonas. Desde que a nova e bem-sucedida safra veio à tona, com o primeiro "Homem de Ferro", de 2008, foram incontáveis filmes, nenhum protagonizado por uma mulher - e, neles, as personagens femininas tiveram pouquíssimo destaque; nem mesmo Scarlett Johansson foi capaz de sobressair em "Os Vingadores".

 

Gadot, que mostrou um pouco de sua Mulher Maravilha em uma breve e importante participação no filme "Batman vs Superman: A Origem da Justiça", ainda está surpresa ao ver seu rosto, sozinho, nos pôsteres de divulgação do longa. Diz ter tomado um susto ao ver sua própria imagem em um anúncio enorme na Times Square, em Nova Iorque.

 

"A importância desse filme é sem precedentes", explica, ainda ao lado de Pine, que pouco fala no tempo que eles têm juntos diante dos jornalistas. "Depois de 76 anos de histórias da Mulher-Maravilha, ela, enfim, vai aparecer em um filme só para ela. Os meninos já viram Superman, Batman. É importante, para garotos e garotas, verem essa heroína nesse ambiente. É um filme que sai das questões complicadas em histórias de herói. O que Patty (Jenkins) propõe é mostrar a importância das coisas simples, valores como igualdade, amor, aceitação. Com eles, podemos ser pessoas melhores", comentou.

 

Gal Gadot permaneceu em pé o tempo todo - há duas semanas, machucou as costas e precisou cancelar alguns eventos com fãs por conta disso. Ao ser questionada sobre a importância da personagem na carreira e se teme ficar marcada como Mulher-Maravilha para sempre, ela sorri. "Consegui esse trabalho dos sonhos, é isso que eu penso", disse.

 

"Adoro o fato de vermos a evolução da personagem, de uma jovem idealista no começo, alguém que acredita na bondade. É inocente. E, aos poucos, ela vai entendendo a complexidade da vida", explicou. Mãe de duas meninas, a mais nova nascida há dois meses, Gadot sabe da importância de fazer de "Mulher-Maravilha" um sucesso de crítica e público. Mas não é tudo. Para ela, e contrariando as indicações da diretora do filme, é mais importante ser Mulher-Maravilha com a própria família. "Meu maior personagem na vida ainda é ser mãe", concluiu.

 

Assista ao trailer de "Mulher-Maravilha":

 

 

 

Fonte:CP

 

Quatro décadas de Star Wars

Segunda, 22 Maio 2017 12:44

Uma das sagas mais famosas do cinema completa 40 anos no próximo dia 25 de maio

 

Em 1980, César Haggstrom tinha 8 anos de idade e nunca havia ido ao cinema. Então, pelas mãos do pai, foi levado para assistir a “O Império Contra-Ataca”. Ao final dos 124 minutos de projeção, estava extasiado, tanto pela primeira experiência com uma tela tão grande, como com aquilo que havia visto. Mal botou os pés para fora da sala e pediu para repetir a dose. O pai sorriu e topou a empreitada. Deram meia volta e assistiram à sessão seguinte. Assim nasceu a conexão de Haggstrom com uma das sagas mais famosas da cultura pop, que na próxima quinta-feira, dia 25, comemora 40 anos.

 

Pode parecer natural hoje, mas em 1977, quando George Lucas lançou “Star Wars” — que por muito tempo no Brasil foi chamado de “Guerra nas Estrelas” mesmo —, uma aventura espacial não estaria entre as mais cotadas para se tornar um fenômeno. Dali em diante, no entanto, tudo mudou. A história de Luke Skywalker, da Princesa Leia, de Darth Vader e outros inúmeros personagens foi sendo adotada por mais e mais fãs e quatro décadas depois, está incoportada na cultura de tal forma que é citada a todo momento, reconhecida por todos os cantos e, mais do que tudo, lucra como poucas outras franquias no planeta.

 

 

• Confira mais imagens

 

Grande parte do sucesso de “Star Wars” se deve à dedicação dos fãs, ávidos por tudo relacionado à saga. No Estado, o Conselho Jedi RS é um bom exemplo. O grupo foi criado em 2002 por menos de dez pessoas. Hoje, conta com cerca de 1,8 mil fãs cadastrados, a página no Facebook é acompanhada por mais de 11 mil seguidores e, anualmente, organiza a JediCon, encontro que, apenas na edição de 2016, teve a participação de mais de 4 mil pessoas em apenas dois dias, na Casa de Cultura Mário Quintana, na Capital.

 

Haggstrom é um dos fundadores do Conselho e logo se entende o porquê. Em casa, entre gibis, filmes e bonecos, soma centenas de colecionáveis ligados aos filmes. Esse ano, acompanhado pela esposa Édina Farias — que é tão fã quanto ele — foi pela terceira vez à Star Wars Celebration, em Orlando, nos EUA, um evento que reúne fãs do mundo inteiro para painéis com os atores, entre outras atrações. Foi numa dessas edições que o casal conseguiu uma fotografia com Carrie Fisher, a Princesa Leia em pessoa (foto ao lado), falecida no ano passado. Ao lado de uma figura desta magnitude, a idade é o de menos. “Star Wars sempre foi para criança. A questão é que essas crianças cresceram e continuaram a cultuar a saga. Mas foi e continua sendo para criança”, afirma Haggstrom.

 

Fabiano Bonfiglio é outro que esteve presente desde o início do Conselho Jedi RS e leva a paixão por esse universo no corpo. Neste caso literalmente, tantas são as tatuagens que fazem referências aos personagens. “Não tem um dia que eu não pense em ‘Star Wars’”, revela ele, que se considera um fã xiita, daqueles que acha uma heresia suprema confundir “Star Wars” com “tar Trek” e que não passa mais de dois anos sem rever a trilogia clássica. Por essas e por outras que, em 2002, o grupo fez de tudo e mais um pouco até que conseguiu uma cópia de “O Ataque dos Clones” e pôde assistir ao filmes antes mesmo de sua estreia oficial.

 

Se uns levam a saga na pele, outros carregam no nome. Leia Gauto tem 4 anos, mas desde que o casal Bruno e Priscila Gauto soube que estava esperando um bebê, a escolha em referência à heroína de George Lucas surgiu como natural. “Nunca cogitei outro nome”, diz Bruno. “Acharia estranho se fosse algum nome bizarro da história. Mas não, é culturalmente bem aceito”, completa Priscila. Cinco minutos na presença de Leia bastam para perceber que a menina sente-se à vontade com a situação, a ponto de agregar seus outros ídolos no nome. “Oi, eu sou a Princesa Leia, Bailarina, Sereia e Rápida como o Batman”, se apresenta. Leia, no entanto, não foi a primeira homenageada na família, uma vez que o cachorro de 6 anos se chama Chewbacca, em homenagem a outro personagem clássico. Já a irmã mais nova, Sarah, de apenas 1 ano, é uma referência à também heroína Sarah Connor, da série “O Exterminador do Futuro”.

 

A paixão de pai para filho, no caso filha, também se deu na família de Floriano Júnior. Vestido de jedi, ele foi a um evento organizado pelo Conselho Jedi RS no dia 4 de maio — que, aliás, é comemorado pelos fãs todo ano e faz menção a um trocadilho em inglês com uma das frases mais famosas da saga, “Que a Força esteja com você”, com a data —acompanhado da filha Vivian. Aos 5 anos, a menina já viu a maioria dos filmes e sabe citar o nome mesmo de personagens mais obscuros. Nada surpreendente, dada a predileção pelo pai, que se encantou por “Star Wars” desde que enfrentou uma longa fila para assistir a “O Retorno de Jedi” em uma cinema de São Borja, em 1983.

 

Com a indicação por parte da Disney de que os planos são de lançar pelo menos um filme ligado a Star Wars por ano, nada indica que a paixão dos fãs vá diminuir em um futuro próximo, muito pelo contrário. Afora todo o marketing envolvido, há outro aspecto cultural facilitador neste caso. Ao contrário de anos atrás, hoje em dia os nerds e geeks se assumem como tal e se orgulham disso. “Algumas pessoas acham que é coisa de criança. Mas são essas mesmas pessoas que depois vêm tirar foto com a gente, com roupa, sabre de luz e tudo mais”, aponta Cristion Pacheco, 26 anos. Definitivamente, a Força só aumenta.

 

Bilheteria passa de 7 bilhões de dólares

 

Se contados apenas os nove filmes produzidos para o cinema, a saga Star Wars já arrecadou impressionantes 7 bilhões de dólares ao redor do mundo, ficando atrás apenas do universo Marvel (mas que conta com 15 produções) e da série Harry Potter, também com nove. Coloque junto a venda de bonecos, livros, histórias em quadrinhos, desenhos animados, jogos e por aí vai e se tem uma ideia do quanto movimenta a roda que começou a ser girada por George Lucas em 1977. Por tudo isso, surge como natural a ideia da Disney em lançar em 2019 um parque temático na Flórida, nos mesmos moldes da Disneilândia. As obras estão em andamento desde 2016 e, ao que tudo indica, será só o trabalho de abrir os portões e esperar o dinheiro chegar aos borbotões.

 

O lançamento do primeiro “Star Wars”, aliás, foi, ao lado de “Tubarão”, de 1975, um dos responsáveis por mudar os rumos da indústria cinematográfica. Se hoje é natural que os estúdios guardem os seus principais lançamentos comerciais — os chamados blockbusters — para o meio do ano, verão nos Estados Unidos, antes não existia tal prática. Curiosamente, os filmes mais recentes da saga (e isso inclui vindouro “Os Últimos Jedi”) foram todos lançados em dezembro, o que não impediu que conseguissem bilheterias astronômicas.

 

O ótimo resultado obtido no ano passado por “Rogue One” sinalizou para a Disney que há interesse por parte do público para histórias paralelas às da chamada saga principal, que envolve os personagens considerados clássicos. Por isso, a tendência é que em breve seja anunciada mais uma produção deste tipo, sem contar o filme centrado no pirata espacial Han Solo, com previsão de estreia para o próximo ano.

 

Atenta a uma fatia importante do mercado, a Disney viu seus lucros aumentarem ainda mais a partir da decisão de colocar mulheres como protagonistas do seus dois lançamentos mais recentes: Rey em “O Despertar da Força”, de 2015, e Jyn Erso em “Rogue One”, do ano passado. De quebra, viu ambas juntarem-se à Princesa Leia de Carrie Fisher e tornarem-se novos ícones para uma geração mais engajada e que tomou as personagens como representantes da força da mulher.

 

Fonte:CP

Filme será estrelado por Rami Malek e chegará aos cinemas em 25 de dezembro de 2018

 

"Bohemian Rapsody", cinebiografia do frontman da banda Queen, Freddie Mercury, teve nesta segunda-feira sua data de estreia confirmada pelo 20th Century Fox. Estrelada por Rami Malek - vencedor do Emmy de melhor ator de por "Mr. Robot" - o longa chegará aos cinemas no dia 25 de dezembro de 2018. Bryan Singer, da franquia "X-Men", assume a direção do projeto, enquanto a produção é de responsabilidade de Graham King. Já Anthony McCarten ("A Teoria de Tudo") escreveu a última versão do roteiro.

 

Em entrevista ao programa "Jimmy Kimmel Live!", Malek disse estar ao mesmo tempo apavorado e empolgado para o papel. "Quem não conhece Queen? Tenho que me preparar muito, ele é uma das pessoas mais icônicas da história.", disse no talkshow.

 

 

Mercury, que sustentava um visual extravagante nasceu em Zanzibar, foi criado na Índia e se mudou para a Inglaterra durante a adolescência. Lá, ele conheceu Brian May e Roger Taylor, com quem formou a banda Queen em 1970. Canções como "Bohemian Rhapsody" e "Don't Stop Me Now", escritas pelo músico, entraram no panteão do rock e inspiraram novas gerações de artistas. Mercury morreu aos 45 anos, em Londres, em novembro de 1991, de uma pneumonia agravada pela Aids, contraída muitos anos antes.

 

Fonte:CP

Em entrevista, Neal Moritz afirmou que ideia é criar apenas mais dois longas

 

Há 16 anos no mercado cinematográfico, a franquia "Velozes e Furiosos" parece mesmo estar se aproximando do fim. Menos de uma semana depois do lançamento do oitavo longa da saga, o produtor Neal Moritz afirmou que o plano do estúdio é criar apenas mais dois longas para a trama encabeçada por Vin Diesel. "Todos nós estamos unindo nossas cabeças e vindo com algo que achamos muito especial. O plano é fazer mais dois filmes", comentou em entrevista ao site Collider.

 

• "Velozes e Furiosos 8" tem final de semana de estreia mais lucrativo do cinema

 

 

"Nosso plano é ir o mais rápido possível, sob a ideia de que temos que ter uma grande história e estar prontos para ir. Honestamente, temos alguns grandes temas e coisas que estamos falando, nós não estamos lá apenas em termos de onde exatamente nós vamos ir", disse. Moritz também analisou o processo de construção dos enredos e o definiu como complexo, por isso seria difícil dar maiores previsões. "Há outras pessoas envolvidas que gostam de pensar com antecedência enquanto fazemos cada filme. Mas pessoalmente, eu sou a única que está sempre dizendo: 'Vamos fazer um presente grande, e então vamos pensar no que vamos fazer em seguida'", concluiu.

 

Fonte:CP