O Rio Grande do Sul registrou três mortes resultantes de acidentes de trânsito na tarde deste sábado. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), na cidade de Marques de Souza, no km 314, uma colisão frontal causou a morte de duas pessoas.

O choque ocorreu por volta das 14h e envolveu um caminhão com placas de Santa Catarina, e um Fiat Fiorino com placas de Porto Alegre, que era o veículo onde viajavam as vítimas. O trânsito chegou a ficar em meia pista, mas não foi prejudicado devido ao baixo fluxo de movimento. A pista já foi liberada.

O segundo acidente ocorreu em Rosário do Sul. Conforme informações preliminares da PRF, um Fiat Uno e uma carreta colidiram frontalmente na BR 158, no km 420, às 15h20min. O acidente causou a morte de uma pessoa que estava no carro. A identidade da vítima não foi divulgada.

Mais cedo, um motorista de táxi também morreu em um acidente no km 6 da RSC 453, em Venâncio Aires. De acordo com Comando Rodoviário da Brigada Militar, uma colisão frontal entre um micro-ônibus e um táxi ocorreu por volta das 6h30min e ainda deixou 15 feridos.

Fonte: CP 

Uma pessoa morreu e 15 ficaram feridas em um acidente envolvendo um micro-ônibus e um táxi em Venâncio Aires, no Vale do Rio Pardo. De acordo com o Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRMB), a colisão frontal ocorreu por volta das 6h30min deste sábado, no km 6 da RSC 453, e os dois veículos possuem placa de Venâncio Aires.

O motorista do táxi morreu na hora. Segundo o CRMB, a vítima, que ainda não teve identidade revelada, tinha 34 anos e era natural de Venâncio Aires. Os passageiros que estavam no micro-ônibus foram levados para a Unidade de Pronto Atendimento e um hospital da cidade, mas ainda há informações sobre o estado de saúde deles.

Fonte: CP

A Universidade Federal de Santa Maria, por meio da Pró-Reitoria de Extensão (PRE), promove na próxima terça-feira (20), às 17h30, a cerimônia de entrega da obra de restauração do mural “A Lenda de Imembuí”. Obra do artista plástico santa-mariense Eduardo Trevisan, o mural está localizado no Salão Imembuí, no 2º andar do Prédio da Reitoria, no campus sede da Universidade, em Camobi.

 

A restauração da pintura foi realizada pelo filho de Eduardo Trevisan, o também artista plástico Flamarion Trevisan, em parceria com a artista tocantinense Marilia Chartune Teixeira. O trabalho levou cerca de 10 dias e demandou um trabalho minucioso, que envolveu a limpeza da obra, o preenchimento de acidentes na parede, como buracos e rachaduras, até o retoque da pintura, mantendo-se as cores originais. “Com a contribuição técnica da Marília, conseguimos fazer um verdadeiro trabalho de recuperação da pintura, sem alterar a sua originalidade e mantendo a integridade de todo o conjunto da obra”, avaliou Flamarion.

 

O mural “A Lenda de Imembuí”, pintado em 1976, mede cerca de 14,57 metros de comprimento, com aproximadamente 2,84 metros de altura. A obra ilustra o conto indígena que representaria a origem da cidade de Santa Maria: o romance entre a índia Imembuí e o bandeirante português Rodrigo, mais tarde batizado de Morotin.

 

Esta foi a primeira obra de arte a ser restaurada na UFSM, dentro de uma iniciativa pioneira de valorização do acervo artístico da Universidade. De acordo com o pró-reitor de extensão, professor Flavi Ferreira Lisboa Filho, uma série de ações estão previstas com o objetivo de preservar e restaurar as obras existentes no campus. Os esforços vão desde a catalogação e revitalização de todo o acervo artístico espalhado pelo campus até a instalação de novos murais (principalmente nos campi que ainda não dispõem deste tipo de obra) e a produção de materiais gráficos que valorizem a produção da Universidade

 

Sobre a Lenda de Imembuí - De origem incerta, a Lenda de Imembui conta a história da índia Imembuí, nascida às margens do Arroio Taimbé, localizado em uma região denominada Ybitory-Retan, ou terra da alegria, em tupi-guarani. Ali viviam pacificamente duas tribos indígenas, os Tapes e os Minuanos. Ameaçados por uma tropa de bandeirantes portugueses que atuavam na demarcação de fronteiras, as tribos realizaram uma grande emboscada, dizimando os estrangeiros e mantendo apenas dois prisioneiros. Um deles, chamado Rodrigo, chamou a atenção da jovem Imembuí que, apaixonada, o livrou da morte e com ele se casou. Com o bandeirante, que foi batizado com o nome indígena de Morotin, Imembui teve um filho, de nome José.

 

Em texto publicado na revista Letra de Hoje, em junho de 2001, o professor Orlando Fonseca observa que o primeiro registro da Lenda de Imembuí é uma obra ficcional de autoria do escritor santa-mariense Cezimbra Jaques, publicada no livro Assuntos do Rio Grande, em 1912. Mais tarde, em 1933, o historiador João Belém também relata a origem lendária da cidade de Santa Maria, em sua obra História do Município de Santa Maria - 1797-1933. “Como este texto veio a se tornar lenda é uma página um tanto nebulosa da história da cultura em Santa Maria”, resume Fonseca.

O Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal - NAF, da Universidade Franciscana, promove na próxima terça-feira, 20 de novembro, um bate-papo sobre como é ser Microempreendedor Individual (MEI) e como fazer a gestão no seu dia-a-dia. 

 

O evento tem como objetivo demonstrar à estudantes de Ciências Contábeis da UFN e de outras IES o funcionamento do MEI, evidenciando as dificuldades encontradas por esses microempreendedores. 

 

Além disso, visa debater, diretamente com Microempreendedores Individuais, os cuidados que devem ser tomados no negócio e, também, como deve ser feito o processo de gerenciamento da empresa.

 

De acordo com o coordenador do Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal, professor Claudinei Viero, a atividade contará com o apoio do Sebrae e tem como público alvo estudantes de Ciências Contábeis, microempreendedores formalizados e demais interessados pelo assunto.

 

"Com essa atividade, os estudantes poderão sanar dúvidas, visualizar a realidade do Microempreendedor Individual, entender a importância do gerenciamento para os microempreendedores se manterem no negócio e, também, compreender como o MEI funciona na prática", ressalta.

 

O 'Conversando com o MEI' ocorre a partir das 19h, no Salão de Atos do Prédio 13, Conjunto III da UFN. As inscrições devem ser feitas pelo telefone (55)3223-2277, ou na hora do evento, se ainda restarem vagas.

 

Mais informações podem ser obtidas na Secretaria do Curso de Ciências Contábeis, pelo telefone 3220-1200, ramal 9080.

 

 

Mais uma etapa vencida no processo que vai garantir a recuperação asfáltica de ruas e avenidas de Santa Maria. Na manhã desta quarta-feira (14), a Prefeitura e a Caixa Econômica Federal (CEF) assinaram contrato referente ao empréstimo de R$ 28 milhões, obtidos junto ao programa de Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa), da CEF, que será utilizado para a repavimentação e para a manutenção das vias urbanas, para a recuperação de estradas rurais, para a compra de equipamentos e, também, para a revitalização dos abrigos de ônibus.

 

Este valor representa parte da verba que está sendo captada pela Prefeitura para investimentos na malha viária do Município. A outra parte, no valor de até R$ 50 milhões, será viabilizada por meio do programa Avançar Cidades, do Governo Federal.

 

“A etapa finalizada hoje representa um trabalho em conjunto entre diversas secretarias, onde cada um fez sua parte para resultar em um contrato assinado com extrema responsabilidade e analisado em detalhes pela Secretaria de Finanças e pela Procuradoria Geral do Município”, afirmou o prefeito Jorge Pozzobom.

 

O vice-prefeito e secretário interino de Infraestrutura e Serviços Públicos, Sergio Cechin, complementou explicando que o empréstimo não vai endividar o Município, pois o contrato assinado atende às exigências de responsabilidade fiscal.

 

“Os mais pessimistas falam em endividamento da Prefeitura. Mas precisamos esclarecer que todos os estudos foram feitos, especialmente pela Secretaria de Finanças e pela Procuradoria Jurídica, nos dando respaldo técnico de que estamos no caminho certo”, justificou Sergio Cechin.

 

A superintendente de Governo da Caixa Econômica Federal, Francielli Piccinin, ratificou a fala do vice-prefeito, explicando que todos os termos do contrato de financiamento foram submetidos à análise rigorosa das equipes e o documento atende aos parâmetros exigidos.

 

ONDE SERÁ APLICADO O DINHEIRO

 

Conforme o contrato, do montante liberado pela CEF, R$ 21 milhões serão utilizados para a recuperação de ruas pavimentadas e não pavimentadas; R$ 5 milhões serão aplicados na recuperação da trafegabilidade de estradas do Interior; R$ 1 milhão será utilizado para a compra de equipamentos e outro R$ 1 milhão será destinado à revitalização das paradas de ônibus, esta última aplicação atende a uma exigência pessoal do prefeito.

 

“Todos sabem que considero uma situação indigna que um trabalhador ou estudante precise esperar pelo ônibus debaixo de sol ou chuva. Por isso, parte desse dinheiro será aplicado imediatamente na recuperação das paradas”, concluiu o prefeito Jorge Pozzobom.

 

De acordo com a CEF, o contrato agora será registrado em cartório e, após, publicizado. Na próxima semana haverá uma reunião de trabalho entre as secretarias envolvidas, com a de Desenvolvimento Rural e a de Mobilidade Urbana, para os últimos ajustes do cronograma de ações. O início do trabalho de recuperação das ruas, avenidas e estradas do meio rural deve começar em dezembro.

Por meio de ações em Brasília, o deputado estadual Gilmar Sossella (PDT) tem auxiliado a Federação das Apaes do Rio Grande do Sul (Feapaes) contra a Circular nº 569. A medida, editada pela Superintendência de Seguros Privados em maio deste ano, proíbe que as entidades filantrópicas façam campanhas promocionais de angariação de recursos, baseadas em sorteios, por meio de Títulos de Capitalização.

Há mais de 10 anos, os recursos advindos dos Títulos de Capitalização respondem por mais de 90% das receitas da Feapaes, garantindo a prestação de serviços filantrópicos. A circular resultará na perda de R$ 42 milhões em 2019 para as Apaes em todo o País. Somente no Rio Grande do Sul serão R$ 8 milhões a menos.

Para evitar que isso ocorra, Sossella intermediou nesta terça-feira, na capital federal, uma reunião entre o presidente da Federação das Apaes do RS (Feapaes), Afonso Tochetto, e o diretor executivo do Centro de Estudos em Seguridade Abraham B. V. Weintraub. Na semana passada, o tema foi tratado em encontro com o advogado da Feapaes, Francisco Zavacski, e o assessor Adão Paiani, que representou o ministro extraordinário do presidente eleito Jair Bolsonaro, Onyx Lorenzoni.

“Estamos mobilizados e unidos na luta para que seja suspensa a Circular nº 569, pois não podemos permitir que entidades filantrópicas que prestam serviço tão relevante percam essa fonte de renda significativa. Além disso, os hospitais filantrópicos irão perder R$ 70 milhões. Somado aos valores das Apaes, isso gerará, ao todo, perda de R$ 120 milhões”, alertou Sossella.

As ações das Apaes estão presentes em 2.124 municípios brasileiros e são voltadas para a prestação de serviço, de forma gratuita, de educação, saúde e assistência social das pessoas com deficiência intelectual. No Rio Grande do Sul, a Feapaes congrega 209 Apaes, as quais atuam em 354 municípios, abrangendo um universo de mais de 30 mil pessoas atendidas por mês.

 

 

A Caixa Federal anunciou nesta terça-feira que suspendeu, por falta de recursos, a contratação de novas unidades habitacionais do programa Minha Casa Minha Vida para a faixa 1,5, voltada para famílias com renda mensal máxima de até R$ 2,6 mil.

De acordo com o banco, o orçamento para esta linha de crédito imobiliário foi “utilizado em sua totalidade” e as contratações do programa para esta faixa serão retomadas no início de 2019.

Em comunicado, a Caixa informou que somente a faixa 1,5 foi suspensa, todas as outras linhas de crédito seguem contratando novas unidades. Para cada faixa do programa, há diferentes fontes de financiamento. A faixa 1,5 é financiada com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

O orçamento do Minha Casa, Minha Vida para 2018 é de R$ 57,4 bilhões. “Até o momento, foram contratadas cerca de 4,7 milhões de unidades habitacionais.”, informou o comunicado.

Um servidor detentor de cargo de confiança (CC) na Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos da Prefeitura de Santa Maria foi demitido das funções na última segunda-feira (12), após denúncia de apropriação indébita e tentativa de venda irregular de túmulo no Cemitério Ecumênico Municipal.

O caso foi denunciado pelas vítimas, Maria da Silva, de 67 anos, e o filho dela, Alessandro da Silva de Medeiros, na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) e levado ao conhecimento do vice-prefeito Sérgio Cechin na última sexta-feira (9), que responde interinamente pela secretaria, responsável pela administração da necrópole.

A denúncia versa sobre o sumiço do jazigo onde estavam sepultados entes queridos da família Silva e a colocação de um novo túmulo no local.

 

OUÇA A ENTREVISTA COM A DENÚNCIA

O caso foi relatado com exclusividade ao repórter Marquinhos Barcellos que, na última sexta-feira, acompanhou mãe e filho durante o registro da ocorrência na Polícia. Em nota à redação, a Prefeitura de Santa Maria informa que, “devido a gravidade dos fatos e a responsabilidade do servidor Pedro Luiz Lemos, e somado a este fato outros relatos que chegaram ao conhecimento da pasta, a Prefeitura decidiu pela exoneração imediata, ocorrida na segunda-feira”.

O caso será investigado pela Polícia Civil.

A Prefeitura de Santa maria também está investigando o caso.

NOTA DA PREFEITURA SOBRE O EPISÓDIO

“A gestão do Cemitério Ecumênico Municipal está sob responsabilidade da Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos e, por isso, foi tratado pelo vice-prefeito e secretário interino da pasta, Sergio Cechin. Na última sexta-feira (09), Cechin recebeu a dona Ana Maria da Silva e o senhor Alessandro da Silva de Medeiros para ouvir o relato do ocorrido.

Por entender a gravidade dos fatos e a responsabilidade do servidor Pedro Luiz Lemos (o qual ocupava Cargo de Confiança lotado na Secretaria de Infraestrutura e Serviços Públicos) e somado este fato a outros relatos que chegaram ao conhecimento da pasta, a Prefeitura decidiu por sua exoneração imediata, ocorrida na segunda-feira (12).  A Prefeitura lamenta o ocorrido e se solidariza com a família Silva de Medeiros.”

Atenciosamente

Superintendência de Comunicação

Fonte: Rádio Medianeira

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